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DESCABELADA PELA MANHÃ

A cabeleira de Valentina é algo que possui vida própria. Como Medusa, há vida em cada um de seus fios. Mas até aí, tudo bem, já que considera muita sorte ter uma vasta juba. Entretanto, quando acorda pela manhã, todas as serpentes parecem se mover do alto da cabeça!

Quando acorda sozinha, morre de rir ao olhar-se no espelho e deparar-se com aquela massa desordenada, viva, pululando da cabeça! Mas até aí, tudo maravilha! O problema é quando está de namorado e dormem juntos. Sempre precisava acordar antes do gato, correr para o banheiro e banhar-se rápido para o cabelo baixar a ira. Mas houve um dia em que, sem querer, descobriu uma saída mais simples.

O namorado Juan acordava mais cedo do que ela. Já imaginaram? Ela só sentiu aquele corpão se chegando junto ao dela cedinho, e logo a imagem da Medusa em que poderia ter se tornado durante a noite lhe veio à cabeça. Mas como levantar-se sem que ele visse seu cabelão? Olhou para a mesinha de cabeceira e viu um arco! Daí não titubeou: colocou o arco e ficou logo linda.

Desde esse dia não fica mais sem arco ao lado da cama, e nem precisa acordar cedo quando dorme com o namorado, podendo descansar e sonhar mais um pouco com ele.

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RAPIDINHA 43 – mimada x dengosa

Você sabe a diferença entre ser mimada e dengosa? Taí!

Essa eu ouvi de um homem quando eu falei que talvez eu fosse uma mimada.

“Nã-nã-não! Você deve é ter recebido muito dengo nessa vida e ficou foi é dengosa, você não tem nada de mimada! Uma mimada não tem posições fortes diante da vida”!

Tá vendo como a gente se engana?

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HOMEM EXPLICA PORQUE MULHERES GOSTAM DE HOMENS QUE AS FAZEM RIR

Um amigo meu, sagitariano, logo do tipo “falo o que penso e não ligo se a mulher vai se achar, pois o que me importa é ser verdadeiro”,  disse algo lindo para sua nova namorada, escorpiana, logo especial e misteriosinha (o “sinha” é por conta de suas graciosidade e brejeirice serem maior do que a penumbra peculiar do signo de Escorpião). Vejam que lindo:

“Sempre achei estranho ouvir mulheres que dizem: quero um homem que me faça rir. Mas agora entendi: descobri que adoro ter uma mulher que quando sorri tudo se ilumina, e isso me faz sorrir”.

Seu nome é Alexandre, mas no momento está (muito bem) comprometido.

 

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O ESPÍRITO SACANA DOS CUPIDOS

Há muitas histórias envolvendo a ação dos Cupidos e suas flechadas certeiras. Entretanto, há também aquelas em que o cara passa na hora em que a flecha estava apontada para outro. Aí, babau!

Essa história que ouvi parece ser uma dessas de Cupido.

Catarina resolveu morar em Búzios depois de ter vivido fora do Brasil por uns dois anos. Simplesmente não aguentou a loucura do Rio de Janeiro, passou a estranhar tudo. E foram várias viagens até se decidir por uma casa que gostasse.

O dia em que isso aconteceu foi o mesmo dia em que o Cupido estava por perto. Catarina (54 anos) andava acompanhada de um corretor de imóveis, Alex, um homem de mais ou menos 35 anos. Isso mesmo, um jovem! E lindo! E com um corpinho de Apolo! Até aí  tudo bem, Catarina também era muito bonita e charmosa. E decidida.

Quando foram ver a tal casa, ainda subindo pela ladeira do condomínio, o corretor disse que dava para ver o mar dali. Conforme iam subindo o mato ia dando lugar a um muro de mais ou menos um metro de altura. Catarina disse: “Alex, me ajuda aqui a subir”! Mas foi quando se apoiou no ombro (e que ombro!) dele, foi nessa hora em que o Cupido PÁÁÁÁÁ!, atirou uma de suas flechinhas de ouro direto no coração de Alex!

Como eu sei disso? Já não é a primeira vez em que Catarina, ao colocar a mão em algum homem, arranja logo um fã. E com esse não foi diferente. Acho que o Cupido a acompanha direto, pois os homens vivem caindo aos seus pés, é uma coisa incrível! O único problema é que, nem sempre, o coração flechado  tem um dono bonitão. É nessas horas em que devemos desconfiar do espírito sacaninha dos Cupidos!

(Imagem: www.sobreavida.com.br )

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RAPIDINHA 37 – SEM BRINCOS

Mulher quando percebe que não colocou os brincos se sente descomposta.

(Imagem: www.abril.com.br )

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ESTHER WILLIAMS

A mãe de Valentina sempre foi louca pela indústria cinematográfica americana; e Valentina, como sua filha, também. Havia uma atriz-nadadora chamada Esther Williams, alta, ombros um pouco largos, cabelos meio ruivos e cheia de classe, que sempre as encantou com seus filmes em meio à estética e as coreografias caleidoscópicas de Busby Berkeley. O favorito delas era “A Escola de Sereias”.

Valentina nada desde que se lembra e na escola desenvolveu todos os tipos de nado. Mas sua mãe só aprendeu porque aquela atriz cruzou o seu caminho ensinando-a como fazê-lo. “Como assim?”, você deve perguntar. Foi imitando Esther Williams a partir dos filmes que suas braçadas ganharam leveza e charme, além de conseguir com que ela se locomovesse. Até hoje, ao nadar, para quem conheceu a atriz em performance, vai logo reconhecer a origem daquele nado em parafuso (uma longa braçada de crawl seguida de uma longa braçada de costas). Essa é uma mulherice magnífica, aprender a nadar com e como Esther Williams, o charme em pessoa para tal atividade.

Esther Williams faleceu aos 91 anos (2013). E a mãe de Valentina ainda a carrega pelas águas por onde nada.

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MAIS MULHERICES AOS 50

Cristina, outra mulher muito bonita, era chamada de “filha pérola” pelo pai (o mesmo pai de Sílvia, do post entre as Rapidinhas 31 e 32). Talvez pela feminilidade tão forte que transpira, desde bem novinha, também é cheia de mulherices, aliás, talvez uma das mulheres que mais as cometa, com muita sabedoria e curtição.

Quando criança pediu à mãe que comprasse um creme de cor azul que viu na farmácia, chamado “Serra Azul” (“Era uma delícia!”, ela se lembra. Após o banho passava o creme se deliciando). Outra mulherice precoce, é que naquele tempo ninguém quase usava shampoo, era uma coisa nova, e ela também pediu que comprasse. Com os irmãos brincava de cabeleireira, cortando-lhes o cabelo (nem sempre o resultado era bom). Nunca se esqueceu do primeiro namorado aos 4 anos de idade, que ficou com ela do lado de fora da festa na escola, pois nem sua mãe nem seu pai se lembraram de pagar para que participasse e a escola sequer teve consideração, era só cobrar de novo. Então, ser dengosa sempre foi com ela mesma.

Uma de suas mais incríveis foi assistida pela sobrinha de 16 anos, na época, quando foi visitá-la na Suíça, onde morava (outra de suas mulherices: morar em países diferentes). Entraram no ônibus e havia apenas dois assentos vazios, mas quando chegaram perto viram que estavam ocupados por mochilas. Ela virou-se para trás e perguntou a um casal de jovens se lhes pertenciam. O rapaz disse que sim, mas não moveu uma palha para retirá-las, tipo “são minhas, mas ficarão aí”. A moça tirou, talvez antevendo o que uma mulher pode fazer quando irada.

Cristina não se fez de rogada. Sentou e jogou as mochilas por cima de sua cabeça para trás. A sobrinha disse: “Tiaaa! Não precisava ser tão violenta”! E ela: “O que foi? Esses suíços, tão finos, são é muito folgados”!

(Imagem: lojaallori.blogspot.com)

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