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“PASSO O CETRO A-GO-RA!”

Um amigo do namorado argentino de Valentina, já com seus 50 anos, era casado há pelo menos 25. Sua esposa, como a maioria das mulheres, estava mais acabada do que ele, teve filho, fumava, bebia, não se exercitava…

Quando Valentina e o cara começaram a namorar, o casal se aproximou e às vezes saíam juntos. O amigo era muito engraçado, mas a mulher também era danada e muito inteligente. Um dia, ele começou a brincar dizendo que queria agora, àquela altura da vida, “uma mulher-cimento, toda durinha, que nem a Valentina”!

A esposa não titubeou: “Então veja se arruma antes do próximo fim-de-semana, quando sua mãe chegar de Buenos Aires, para que a mulher-cimento a carregue para os shoppings, para o Leblon, para a massagista, para a praia, para almoçar fora… louca para passar esse cetro! Passo o cetro a-go-ra! Já”!

Resposta de rainha!

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NAMORADOS PARA SEMPRE

Essa história deveria se chamar apenas Georgina, mas cabe para o dia dos namorados não registrado pelo Mulherices.

Georgina era amiga de Valentina. Quando estava na escola, aos quinze anos, ela e seu professor de Educação Física se apaixonaram. Mas como fazer, pois isso foi na década de 60, ele já era um homem e, o pior, casado!?

Prometeu se desquitar (ainda não existia divórcio no Brasil). A única ideia que tiveram, ainda assim foi fugir. Fugir?! Sim, fugir. Partiram do princípio que a família de Georgina não aceitaria o namoro e muito menos o casamento com um homem casado às portas de um desquite. O pai dela era advogado da comarca onde se daria o fim do casamento dele, e poderia entornar o caldo se por acaso imaginasse!

Mas não fugiram logo. Seguiram namorando por onze anos escondidos no Aterro do Flamengo, em cinemas que na época as sessões emendavam umas nas outras, Museu Nacional de Belas Artes e, com a bênçãos de Deus e das almas, em igrejas e cemitérios. O desquite, de fato, só veio um pouco antes da fuga. Primeiro, compraram mantimentos caso tivessem que ficar escondidos para não serem impedidos de consumarem o casamento. Depois se casaram. E contaram.

Foi um chororô, gritos, desgostos, que a filha ficaria arruinada assim que o cara se satisfizesse. Mas tanta praga não deu nem prô cheiro. Eles estão casados até hoje, têm dois filhos homens, os quais chamam o pai de papa-anjo, com razão.

Mas a mulherice da história está na coragem de Georgina. Tão jovem na época, ter se lançado num rio sem saber se dava pé, correndo o risco de se afogar. Afogou-se, sim, de amor e de uma vida de amizade, cumplicidade,  parceria e namoro.

Valentina amou essa história, nunca se esqueceu. Principalmente do marido de Georgina, um homem que honrou sua palavra e seu amor. E lutou por ele. Linda essa história, não acham? E é verídica!

(Imagem: proseando-blog.blogspot.com)

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RAPIDINHA 30 – DISCUTE DEPOIS

Um amigo me contou que a mulher está discutindo muito com ele. Na sua sábia homice lhe disse:

“Vamos parar de discutir e fazer sexo, pois daqui a pouco, quando eu não conseguir mais trepar, a gente vai ter todo o tempo do mundo para discutir”!

(Imagem: mdemulher.abril.com.br)

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MULHERICES EM COLATINA

Hora do almoço, restaurante a quilo em Colatina, ES. Mesas lotadas, encontrei uma com dois lugares e os outros dois ocupados por moças bem vestidas, maquiadas e bonitas, lá com seus vinte e poucos anos. Conversavam sobre não dar mole para homem, bem como no texto que já escrevi sobre pagar para homem. Falavam que homem, se a gente deixar, se encosta mesmo, que uma amiga deixou o cara ir morar na casa e agora ele não quer sair e, pior, desempregado (mas já era assim antes).

Eu, com essa lupa de buscar mulherices, não aguentei e pedi licença para entrar na conversa e disse: “Homem desempregado, sem grana, para quem quer algo mais na vida, é melhor nem começar”! As duas, com aqueles olhos que só a juventude tem, me olharam e imediatamente concordaram comigo. E a nossa conversa não parou enquanto havia comida em nossos pratos.

Assuntos mais cheios de mulherice, impossível: “um homem que faz algo com uma mulher, como trair, por exemplo, vai trair depois, também”? “Mas como saber se o cara vai fazer algo com a gente depois”? A essa última, lembramos que há vários sinais, salvo que o cara seja um psicopata ou um canalha mais do que profissional. Os que agridem, por exemplo, se pode perceber como tratam as pessoas, outras mulheres, ou a nós mesmas; gritam, arrancam coisas de nossas mãos, nos chamam de idiotas… E isso é no começo! Então, é melhor parar, pois a tendência é piorar. Uma delas disse que tem uma amiga cujo marido não permite que ela faça nada, hoje nem amigos mais tem. Que no início do namoro ele era um pouco assim, mas hoje está insuportável. Era disso que falávamos. Há sinais, mas o que é  que queremos, de fato, enxergar?

Pois é, as moças sabiam bem o que queriam dos homens, e na lista estavam incluídos não matar, não nos roubar, não nos trair, não nos agredir, não nos cercear. Amei esse momento com elas, com moças de uma cidade do interior do Espírito Santo, empregadas, arrumadas, bonitas, cheias de vigor. E o melhor, tão certas do que deve ser uma relação saudável com um homem.

(Imagem: www.sabrinamix.com)

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PULOU A JANELA E FOI SE VINGAR

Ela já tinha 47 anos quando fez uma coisa de adolescente: fugiu pela janela à noite para encontrar um ex-amor.

Num misto de vingança com curiosidade, decidiu ligar para um ex-namorado, daqueles que a gente nunca esquece. O marido a traía muito, vivia meio cansada disso. E armou um plano perfeito.

 Saiu de tardinha e voltou após o marido já estar em casa, de modo que a visse estacionar na porta (antes, pedira à filha de 20 anos para estacionar o carro da mesma na rua de trás; a filha era de seu primeiro casamento).
Entrou toda alegrinha, jantaram, tomou banho e depois disse ao marido que iria dormir com a filha a seu pedido, pois queria que assistissem o filme “As Pontes de Madson”, juntas. O cara, nem aí. Deve ter gostado, pois ficava horas vendo futebol na cama.
Ela então se pintou, se perfumou e pulou a janela do quarto da filha, o carro devidamente preparado para a fuga. Passou a noite toda fora. Quando chegou, o dia quase amanhecia, a rua vazia, fazia frio. Entrou pela janela, colocou o pijama que nem o Super Homem faria após salvar a vida de alguém pela noite; e foi fazer o café da manhã para todos.
Ria por dentro, mas ao mesmo tempo sem saber se agira direito, especialmente com a filha, obrigada à cumplicidade. Mas aquilo não se tratava de moralidade, mas de mulherice!

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QUEM FOLGA NOS “FINDIS”? Valentina, OH! YEAH!!!

Logo quando se casou e teve o primeiro filho, Valentina parou de trabalhar fora, por opção do casal. Apesar de gostar de seu lado profissional, ela queria muito viver aquele sonho de ser a dona do lar, cozinhar, cuidar de tudo: ser a princesa que não aparece após a frase “E FORAM FELIZES PARA SEMPRE” dos contos de fada. Continuar lendo

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RAPIDINHA 24

Frase dita por um senhor a outro senhor e ouvida pela minha sobrinha Mariana. “O  segredo para se dar bem com a sogra é sempre tratar bem sua mulher”. É mesmo para registrar, mas também ampliar: e para tratar bem sua mulher, não precisa de motivo.

(Imagem: wcastanheira.blogspot.com)

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RAPIDINHA 20 – SER FELIZ É AGORA

Não perca seu tempo de ser feliz iniciando um relacionamento como se fosse dar em casamento. Isso impede de viver bons momentos, AGORA!

(Imagem: marinaw.com.br)

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RAPIDINHA 19: lugar de mulher é na cozinha

LUGAR DE MULHER É NA COZINHA…

Sentada em uma cadeira confortável, bebendo um bom vinho e olhando o amorzinho preparar o jantar. E ainda pediria e receberia o serviço completo…

 

(Imagem: ahnaomeolheassim.blogspot.com.br)

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fevereiro 13, 2013 · 20:02

GROSSERIA NA PISCINA

Certa vez eu estava na piscina do prédio do meu irmão e presenciei uma homice muito recorrente: grosseria e desqualificação desnecessárias com a esposa na frente dos outros.

Um cara de mais ou menos 45 anos de idade estava em num grupo de 4 ou 5 homens dentro do gradeado que separava a piscina da área do play, onde também ficava a lanchonete. Sua aparência lembrava a de um ator americano já falecido, dos anos 50, Ernest Borgnine. Para quem não se lembra dele, eis aí a foto. Continuar lendo

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