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Dia de Princesa

Sentada na Praia da Urca enquanto uma amiga de Brasília subia destemida no Bondinho do Pão-de-Açúcar, Valentina lia naquela manhã de mormaço. Chegou a cogitar o passeio, mas toda vez em que sobre no bondinho começa a se sentir arrependida (“Prá que é que eu vim????? Toda vez é isso!!!!”, quase rezando diz para si mesma), pois de uns tempos para cá não sabe onde ficou aquela Valentina corajosa e animada para as emoções da vida. Então pegou sua cadeira de praia, um livro de contos de Tennessee Williams e de roupa mesmo sentou-se de frente para o mar.

Numa ponta da pequena praia, bem abaixo da tenda dos salva-vidas, notou uma mulher de vestido branco com um buquê, subindo numa pedra. Sim, era uma noiva, o noivo e um rapaz. O vestido era simples, tomara-que-caia e saia que descia até os pés (parecia de jérsei). O noivo estava de calça comprida preta e blusa branca. O rapaz, de bermuda e chinelos. E foi um tal de poses sozinha, acompanhada…E tudo registrado com o celular na mão do rapaz. De cima os bombeiros olhavam, embora o mar batesse calmamente, como sempre é nessa praia.

Valentina sentiu um misto de compaixão com ternura vendo aquela noiva se equilibrando sobre as pedras da Urca, eternizando seu casamento. Pensou no quanto que as mulheres sonham com esse dia: o seu Dia de Princesa, o dia em que colocam vestidos lindos e brancos, grinalda no lugar da coroa, véu no lugar do raio de luz enfeitiçador. Passam o dia no salão de beleza ou na casa da madrinha, da vizinha…Tudo como se estivessem num castelo cercadas de damas de companhia.

Praia da Urca, bucólica sob o céu cinza e de mar verde-folha, cenário ideal para um casal de noivos. Não havia carruagem, mas pés molhados, barra do vestido levantada, risos, alegria, celular no lugar de máquina fotográfica. Tudo anunciando a existência de um Dia de Princesa.

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MULHERICES, CINEMA 2 OU…


O que vou contar não sei se é mulherice ou outra coisa ou algo mais.

Assistindo ao filme “O que os homens dizem” ou, em espanhol, “Una pistola em cada mano”, há uma cena na qual um homem fala para um conhecido que sua mulher o está traindo. O outro lhe dizia que falasse com a mulher sobre o assunto, para encorajá-la, quem sabe, a tomar uma atitude, como separar-se dele. O traído disse: “- Nem pensar! Eu não vou falar nada com ela! Não quero que ela tome atitude nenhuma! Não quero me separar”!

Ao meu lado, no cinema, duas senhoras amigas estavam indignadas com a postura do cabra. Peraí! Um homem não querer separar-se da esposa que o trai seria um problema? Bem, para as duas mulheres, sim. Engraçado nossa dificuldade em ver o homem num papel quase de mulher, a sempre traída que reclama da amante, mas não se separa. Mas o cara simplesmente não queria perder a mulher. Ponto. Apesar de o filme ter uma aura de humor, nessa cena mesmo, havia um drama; e as pessoas riam no cinema, e eu, confesso, fiquei pensando na nossa disponibilidade de rir dos dramas da humanidade.

Mas, voltando às duas mulheres: sua atitude é mulherice ou machismo? Ou os dois?

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MULHERES CASAMENTEIRAS

Não podia ver ninguém sozinho, especialmente uma mulher. Dava um jeito de apresentar pessoas, mas para se casarem.

Certa vez soube de dois jovens que queriam muito se casar (ele era negro e ela branca – loura e olhos azuis), mas as famílias não tolerariam. Sensibilizada, procurou o padre da igrejinha do bairro, contou a história, arrumou o vestido, fez o bolo, viu quem poderia servir champanhe, ajudou a encontrar o apartamentinho singelo e… Pronto! Casaram-se como Romeu e Julieta, escondidos.

Sim, essa é uma mulherice muito interessante: ser casamenteira; ajudar a formar uniões da ordem do impossível. Mas, quem é ela?

Uma mulher italiana que ficou viúva muito cedo, aos 30 anos com 4 filhos pequenos, cidade de Tubarão/SC/Brasil. Porém, uma dia, já com seus 63 anos, decidiu que chegara a hora de se casar novamente com seu namorado, também da mesma idade. E assim foi. Comunicou aos filhos e arrumou toda a festa: flores na igrejinha do bairro (aquela em que casaram os jovens), pagens com alianças, véu e grinalda, banda, bolo de 5 andares, cascata de taças!

Mulheres casamenteiras são do grupo das agregadoras, aliás, outra mulherice muito nobre. Fica esse tema para uma outra história…

(Imagem: linhapopular.com.br)

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FAZENDA NUNCA MAIS!

Karla, assim que se casou, foi com o marido à fazendo de um tio dele. Pegaram um avião até Belo Horizonte e mais um Ônibus daqueles que pareciam lombo de burro em estrada tortuosa e esburacada. A fazenda ficava numa cidadezinha (segundo ela, parecia ter só quatro ruas).

No primeiro dia foram andar a cavalo. Ela, num mais manso, meio pangaré, chega no final do dia estava toda assada de tanto que o cavalo socava. Já o marido, empinava o cavalo, corria … Parecia o Zorro quando saía de cena.

Na cidade, ao pararem na padaria, ela escutou um CHÓÓÓÓÓ ‘! “O Que é Isso?”, gritou assustada e matando o marido de vergonha, pois o tio era prefeito daquelas quatro ruas e o cavalo dela estava era fazendo um super-xixi!

De tarde se deitou na rede para descansar. Quando foi levantar, deu de cara com um camaleão que a mirava compenetradamente (“Aquilo, prá mim, era um jacaré, gente!”). E nada do bicho sair nem deixar de encará-la. Ela começou a gritar pelo marido que veio correndo, mas se irritou um pouco com aquela mulherice.

De noite, hora de dormir, um camundongo correu pelo quarto, outro berro!

De manhã, já estressada, disse que não ficava lá “mais nem um minuto!”. O Marido pediu só pra dar mais um galope, e lá se foi, empinando o cavalo.

No avião, sentindo-se salva pelo clima urbano, sorriu aliviada. E tudo aquilo só para o marido brincar de Zorro!

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E ELES FORAM FELIZES PARA SEMPRE… O livro PÁGINAS DE VALENTINA

 

Exibindo CAPA_Páginas de Valentina.jpgE eles foram felizes para sempre…

 Valentina nunca acreditou em príncipe encantado até conhecer Marcelo. A partir desse encontro, sua história se desdobra em crônicas, reunidas no livro “Páginas de Valentina”, que revelam as agruras e delícias da vida de uma mulher sensacional, alegre e sensível que sempre soube o que quer: ser feliz.

 Independente e bem resolvida na vida, a divertida Valentina adorava provocar suas amigas com o assunto sobre as princesas: “Será que a Branca de Neve não era feliz com os sete anões? Parecia que sim, apesar de ser discutível trabalhar como empregada doméstica de sete homens porquinhos. A princesa não demonstrava se sentir explorada, como se até fazer faxina fosse coisa molinha. E a Cinderela que também nunca reclamava de assoberbar-se, gente!”.

 

Assim é a personagem principal do livro Páginas de Valentina, de autoria de Claudia Medeiros, que se revela presente dentro cada mulher através de seu universo feminino peculiar povoado de mulherices (coisas de mulher) e homices (coisas de homem). E Valentina tinha uma convicção: a de que príncipe encantado não existe. Porém, num belo dia, após um encontro, isso de tornou uma dúvida seguida de muitas outras: o que é felicidade? O que é ser mulher? Somos princesas?

Carioca da gema, Claudia Medeiros é pedagoga e Mestre em Educação Brasileira pela PUC-Rio. Cheia de mulherices, adora Elvis Presley, Johnny Depp, Gene Kelly, filosofia, cinema, além dos autores Leandro Konder e Walter Benjamin. É autora do blog mulhericesblog.com que deu origem ao tema explorado em seu primeiro livro, Páginas de Valentina, no qual revela que o cotidiano de uma mulher é escrito por ela a cada dia e invadido por muitas histórias dos outros sobre as quais não se tem controle.

Princesas, príncipes… Tudo isso é parte de um ideário coletivo que, mesmo criticado, vai nos constituindo como sujeitos… Daí que quando um homem tem traços de um príncipe, seduz. Até mesmo a descrente Valentina. E o que as histórias de Páginas de Valentina pretendem mostrar é que a vida das mulheres não depende de um (muitas vezes aparente) campo afetivo de sucesso para que sejam felizes ou respeitadas. Que podemos ir muito além do estereótipo de princesas à espera de um príncipe encantado, pois há uma vida cheia de desafios, boas surpresas e alegrias que independem da presença de um homem. Além disso, olhar com mais senso de humor os dramas do cotidiano feminino”, conta a autora.

  

“Páginas de Valentina”, de Claudia Medeiros – Editora Multifoco

Lançamento: dia 14 de fevereiro (sexta-feira), às 19 horas

Local: Livraria da Travessa, Rua Visconde de Pirajá, 572 – Ipanema – Rio de Janeiro – RJ

Preço: R$ 36,00

À venda nos sites  apartir de 14/2: www.travessa.com.br, www.livrariacultura.com.br e http://www.editoramultifoco.com.br

 Mais informações à imprensa:

Andréa Dias – 21 981442702 / andreadias@percursocom.com

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SUGESTÃO DO DIA

Certa vez, saí para jantar pela primeira vez com um cara que disse meio que estranhando o fato de eu estar comendo, com vontade, uma comida que estava maravilhosa: “Mas você come, hein”?! “Como assim?”, perguntei, já achando que o cara estava me chamando de grosseirona. “É que mulher geralmente come pouquinho, diz que tá sem fome, sei lá. E você pediu uma pasta e a está comendo com tanta apreciação e prazer que eu ainda não tinha visto numa mulher, juro”!

Sugestão do dia: coma e beba  o que quiser, estale a língua se estiver gostoso, fique à vontade, nem que seja para aproveitar a comida se o cara se revelar desinteressante. Nada de ficar tensa, parecendo “fina” em excesso (hei! finesse, só se for natural seu, do contrário fica artificial). Ser a gente mesma é a melhor coisa para a gente mesma. E se dizem que devemos ser, em primeiro lugar  nossa melhor companhia, imagine para os que estão conosco.

Pois é, cansei de ver em mesas ao lado da minha, casais que pareciam não ter muita intimidade, pois a tensão da mulher é algo muito notado, ainda que sutil (mas eu tenho essa mania horrorosa de reparar nos outros…). Vejam essa história:

Na mesa ao lado no restaurante, um jovem casal jantava. Pareciam recém casados. 1º, porque não tinham mais de 25 anos. 2º, porque a aliança parecia haver sido lustrada antes de saírem de casa. Eram bem brancos, gordinhos, ela era loira e ele nem tanto. Ela era quem menos estava à vontade, com cuidados para cortar a carne, uma tensão muito tênue a envolvia. Ele, como a maioria dos homens, comia solto, tensão zero, apetite 10.

Quando falo que era notória a falta de intimidade, é porque além de quase não conversarem (só falavam e, muito pouco, sobre a comida), embora para nada com cara de chateados, a não ser que disfarçassem muuuito bem, o que não me pareceu, não trocavam carinhos e a moça e seu modo de comer, cheio de dedos, fechava o quadro. Me pergunto: por que há tantos casais sem intimidade? Ou seriam as mulheres com sua tensão, seu desconforto disfarçado que só o faz ficar mais à mostra, deixam isso transparecer?

Moça da mesa ao lado, relaxa! Estala a língua!

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CONSELHOS DE “FERNANDA MONTENEGRO” (SE É QUE SÃO DELA)

Recebi um PPS de autoria de Fernanda Montenegro (bem, sabem como são essas autorias..todas discutíveis) que descreve como uma mulher deve agir para manter seu casamento ou, como o texto diz, um homem feliz dentro de casa. Mais uma vez nos deparamos com o formato “SE A MULHER SOUBER LEVAR…”, ou seja, a responsabilidade do “sucesso” de um casamento depende da mulher e de todos os mimos a que deva se dedicar a fazer para os homens.

Fora sobre como os homens são, generalizando, lógico, aliás, muito bem explicado no PPS, as habilidades femininas para cuidar de seu homem são a chave do sucesso para mantê-lo ao seu lado. Até servi-lo de iguarias a seu gosto é garantia de que ele não vai deixar a casa, pois do contrário procurará comida melhor em outra. “Fernanda”, conhecemos muitas mulheres que vivem a vida em dedicação exclusiva aos homens com quem se relacionam (casamento, noivado, namoro etc.), mas que na hora em que o sujeito resolve se envolver com outra, ou se separar, ou agredi-las, nada disso pesa, infelizmente. Parece até que é pior.

E a inteligência feminina tendo que ser colocada “abaixo” da do homem, pois ele não suporta? É lógico que haverá homens mais inteligentes do que nós, e mulheres também, mas chegar ao ponto de fingir ser mais burrinha para não deixá-lo inseguro é um pouco demais, não? Conheço homens que adoram mulheres tão inteligentes e cultas como eles, quando o são.

E quanto ao “não faça sombra sobre ele”, logo você, uma atriz de quilate raro, achar que não fazia sombra ao seu marido, um ator mediano?

 Fiquei muito decepcionada ao ler um texto que ratifica a submissão da mulher, ainda que consciente (o que piora as coisas, a meu ver), como garantia de manter um relacionamento. Ou seja, os homens são como são e ai de nós se quisermos contar com um parceiro, um amigo, um amante, um torcedor pelo nosso sucesso, um admirador! Isso, segundo o texto, é para perder o homem.

E pensar que ainda há mulheres, e muitas, que concordam com isso. E vale também perguntar às mulheres gays se conviver com outra mulher é conviver com o mau humor. Realmente, há mulherices que têm limite, como essa da mulher se sentir responsável pelo fracasso ou sucesso de seu casamento, como se o mesmo não fosse realizado, dia a dia, pedra a pedra, flor a flor, por duas pessoas.

(Imagem: www.flickr.com)

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BOTÕES DO MARQUÊS DE SADE

Anna Paula, quando se casou, mandou fazer um vestido espetacular, abotoado nas costas de cima até embaixo. O casamento foi bacana e a festa muito alegre, como ela e o marido, Pedro. O sogro ofereceu de presente uma noite de núpcias num hotel chique, mas ela recusou, pois preferia guardar essa diária para usar na lua-de-mel. Dessa forma, ela e o marido foram para o apartamento onde morariam.

Chegaram loucos para tomar um banho daqueles, mas era tanto do botão, e com casas tão apertadas, que Pedro não conseguiu tirar o vestido da noiva. Anna teve de chamar a irmã que, por sorte, também morava no prédio, para lhe libertar do vestido suado e já incômodo.

“Já pensou se nós tivéssemos ido para o hotel? Olha o mico que pagaria tendo que pedir ajuda na recepção para tirar meu vestido, e de noiva!”, disse ela.

E tanto esforço tampouco adiantou de nada: os dois tomaram banho e caíram desmaiados! A noiva, para esquecer do vestido do desespero; o noivo, da dor nos dedos depois de tentar abrir uns botões que devem ter sido ideia do Marquês de Sade.

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“O TEMPO PASSOU PELA MINHA CARA E EU NÃO VI!”

D. Léa tinha quase 70 anos quando teve que operar seus olhos por uma catarata precoce. Aproveitaria e também jogaria fora sua miopia. Resistiu enquanto pode, tinha medo de cirurgia como todo mundo, no geral. Aliás, todo mundo, não. Quem faz cirurgia plástica acho que tem menos medo do que os demais. Se arriscar só para ficar mais bonito, sei não. Mas vamos à história de D. Léa, esposa de Seu Francisco, quem também iria se operar pelo mesmo motivo.

Combinaram de se operar no mesmo dia, pois se recuperariam em parceria. Além disso, irem juntos em macas lado a lado lhes dava coragem e a impressão de que renovavam os votos de um casamento de quase 40 anos (“na saúde e na doença, minha querida”, brincou Seu Francisco). “Ai, Francisco, que medo… Acho que não vou aguentar”! Seu Francisco ficou durão, alguém teria de fazê-lo, pois D. Léa tratou de entregar logo os pontos. Foi ele quem lhe segurou a mão.

E riram no quarto ao ficarem nus para vestir aquele avental de paciente aberto atrás, com suas bundinhas já um pouco murchas de fora. Seu Francisco comentou: ‘Puxa, e eu pensando que mais ninguém teria o luxo de ver o meu amor quase nua”. D. Léa disse: “Para! Quer me deixar mais nervosa”?! Mulherices na hora de entrar na faca. Ao acordarem no quarto sorriram um para o outro como se tivessem dormido e despertado de um sonho.

Quando chegou o tempo de verificarem sua visão, D. Léa correu primeiro para o espelho e eis que deu um grito, fazendo Seu Francisco dar um pulo da cama! “Francisco!!!! O tempo passou pela minha cara e eu não vi!!!!! E você é o culpado… Me convenceu a operar, agora eu vendo que envelheci”! Seu Francisco, que sempre fora um homem delicado, dessa vez não aguentou: “Deixa de ser fresca, Léa! Sabe que eu acho que eu também não deveria ter operado os meus”? Mulherices e Homices, quando juntas, são assim: pá-pum de tudo quanto é lado!

(Imagem:www.tumblr.com )

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QUANDO O HOMEM PENSA QUE É O MAIOR (MAS É O MAIOR TROUXA)

Eram dois feios, dois cafonas, dois arrogantes, dois chatos. Um casal. Um homem e uma mulher. E ele, gordo, advogado, ainda por cima bebe, fala alto, é e grossildo com a mulher.

Ao decidirem morar juntos no apartamento dele, organizaram um contrato com separação total de bens (ideia dele, pois ela não possuía bens, embora fosse de família rica; ele, achava que era rico).

O tempo foi passando e o homem, que pensava que era rico, apenas não passava de um perdulário; logo, vivia sem dinheiro. Daí o caminho traçado por ele começou a entortar. Primeiro, ela comprou a metade daquele apartamento. Depois, comprou a outra.

Conclusão: hoje, o esperto que não querida dividir nada, acabou sem nada, e nem metade do que se tornou dela (que era dele), ele não tem mais direito.

Como diz minha mãe, o mundo só tem armadilha para esperto.

(Imagem: aconquista.zip.net)

 

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