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E ELES FORAM FELIZES PARA SEMPRE… O livro PÁGINAS DE VALENTINA

 

Exibindo CAPA_Páginas de Valentina.jpgE eles foram felizes para sempre…

 Valentina nunca acreditou em príncipe encantado até conhecer Marcelo. A partir desse encontro, sua história se desdobra em crônicas, reunidas no livro “Páginas de Valentina”, que revelam as agruras e delícias da vida de uma mulher sensacional, alegre e sensível que sempre soube o que quer: ser feliz.

 Independente e bem resolvida na vida, a divertida Valentina adorava provocar suas amigas com o assunto sobre as princesas: “Será que a Branca de Neve não era feliz com os sete anões? Parecia que sim, apesar de ser discutível trabalhar como empregada doméstica de sete homens porquinhos. A princesa não demonstrava se sentir explorada, como se até fazer faxina fosse coisa molinha. E a Cinderela que também nunca reclamava de assoberbar-se, gente!”.

 

Assim é a personagem principal do livro Páginas de Valentina, de autoria de Claudia Medeiros, que se revela presente dentro cada mulher através de seu universo feminino peculiar povoado de mulherices (coisas de mulher) e homices (coisas de homem). E Valentina tinha uma convicção: a de que príncipe encantado não existe. Porém, num belo dia, após um encontro, isso de tornou uma dúvida seguida de muitas outras: o que é felicidade? O que é ser mulher? Somos princesas?

Carioca da gema, Claudia Medeiros é pedagoga e Mestre em Educação Brasileira pela PUC-Rio. Cheia de mulherices, adora Elvis Presley, Johnny Depp, Gene Kelly, filosofia, cinema, além dos autores Leandro Konder e Walter Benjamin. É autora do blog mulhericesblog.com que deu origem ao tema explorado em seu primeiro livro, Páginas de Valentina, no qual revela que o cotidiano de uma mulher é escrito por ela a cada dia e invadido por muitas histórias dos outros sobre as quais não se tem controle.

Princesas, príncipes… Tudo isso é parte de um ideário coletivo que, mesmo criticado, vai nos constituindo como sujeitos… Daí que quando um homem tem traços de um príncipe, seduz. Até mesmo a descrente Valentina. E o que as histórias de Páginas de Valentina pretendem mostrar é que a vida das mulheres não depende de um (muitas vezes aparente) campo afetivo de sucesso para que sejam felizes ou respeitadas. Que podemos ir muito além do estereótipo de princesas à espera de um príncipe encantado, pois há uma vida cheia de desafios, boas surpresas e alegrias que independem da presença de um homem. Além disso, olhar com mais senso de humor os dramas do cotidiano feminino”, conta a autora.

  

“Páginas de Valentina”, de Claudia Medeiros – Editora Multifoco

Lançamento: dia 14 de fevereiro (sexta-feira), às 19 horas

Local: Livraria da Travessa, Rua Visconde de Pirajá, 572 – Ipanema – Rio de Janeiro – RJ

Preço: R$ 36,00

À venda nos sites  apartir de 14/2: www.travessa.com.br, www.livrariacultura.com.br e http://www.editoramultifoco.com.br

 Mais informações à imprensa:

Andréa Dias – 21 981442702 / andreadias@percursocom.com

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RAPIDINHA 45 – NUNCA PERGUNTE…

Nunca pergunte a uma mulher o que foi que você disse naquele dia em que discutiram, ou o que fez no passado que a chateou muio. Ela, provavelmente, se lembrará de tudo.

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1º POST DE 2014 – VIGOR OBRIGATÓRIO

 “Nossas mães, de certa maneira, foram preparadas para envelhecer, mas nós não (principalmente mulheres entre 45 e 55 anos)”. Num dos últimos encontros de 2013 com amigas, Elane veio com essa. E ela está certa. Nossas mães nessa idade não tinham a emergência do vigor físico diante da batalha da vida embora operassem na lida fortemente, pelo menos a minha. O vigor de que falo é o da vontade de malhar para ficar bonita e desejável, pois sexo nos dias de hoje parece ser a chave da felicidade (aff!). Há também uma rotina – trabalhar, cuidar da casa, dos filhos, mercado, cachorro, às vezes sustentar ex-marido, namorado, discutir com o cara da oficina que teima em lhe desqualificar pelo fato de não estar ao lado de um macho, enfim. Quando Elane falou me fez pensar nessas coisas todas.

São outros tempos que nos exigem um dinamismo sem direito a falhar. Tempos de beleza e frescor num corpo que já não responde aos estímulos do mundo dos amantes fervorosos. Tempos em que ser mulher depois dos 40 exigem ter 35 anos para sempre. Por que 35 e não 20? Simples. Aos 20 temos a impressão de que o tempo não passará, dormimos e acordamos zeradas… Aos 35 as coisas já estão mais no lugar, temos muito vigor, beleza e sabemos mais da vida o suficiente (deveríamos) para que não tirem farinha conosco.

Não sei como as novas gerações se prepararão para o inexorável, o inevitável passar dos anos. Nossas mães, de certa forma, souberam; tanto que aos 60, 65 parecem ter rejuvenescido. Que venha 2014.

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SAUDADE DE BATATA PALHA

Quando uma mulher vai morar fora de seu país, certamente sente falta de muitas coisas. É o caso de Carol, mulher jovem que arriscou e seguiu para Moscou, isso, Moscou, Rússia, 30º abaixo de zero, mas o motivo é nobre: fazer uma vida nova com um homem.

Com suas mulherices, faz balé, cuida da casa e agora está na empreitada de uma sociedade para disseminar arte contemporânea brasileira (ela é dada ao mundo do diferente, do original, do sensível).

No Natal veio para o Brasil pegar o calor do sol e do coração da família e dos amigos. Ao ser perguntada pela sogra sobre que tipo de batata poderia acompanhar o tender (no forno, super encrementada com ervas ou uma simples batata palha de saco), ela não titubeou: “Ah! Batata palha! Tô morrendo de saudade de batata palha”!

Vocês estão vendo o que é um mulherice? É isso: matar saudade de coisas simples (quando estão ao nosso alcance, mas que, quando longe, tornam-se especiais). Como ela, a própria Carol, simples mas especial, de perto ou de longe, que agora faz pequeno estoque de batata palha na mala para comer no frio de Moscou.

(Imagem: www.chefgalles.com.br)

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QUESTÃO DE EGO FORTE, SUPEREGO FRACO OU ID IDIOTIZADO?

Ouvindo Caetano hoje, disco “Velô”. “No que ela fez isso comigo / Era nunca mais ser seu amigo / Nem inimigo / Nunca mais namorado / Apaixonado / E eu e eu e eu sou / E eu e eu e eu sou”. Caramba Caetano, já havia me esquecido dessa… Mas de que amamos quem não nos merece, dessa é impossível esquecer. Aí penso que o fato de não deixarmos de gostar do outro, ou melhor, achar que gostamos, o que é bem diferente, envolve simplesmente nosso EGO. Digo EGO, pois o SUPEREGO fica incapaz de agir nos impedindo de ficar nesse tipo de situação. Mas por quê? Ele que nos impede até de fazer sexo com o Johnny Depp num sonho de nada, não nos faz parar de ficar atrás de quem não nos merece?

“No que ela não quis o meu risco / Era soprar do olho esse cisco / Que eu já nem pisco / Não dar mais energia / Minha alegria / E eu e eu eu dou / E eu eu eu dou”. Parece que uma espécie de cegueira nos impõe essa condição de não ver bem que o outro/outra não nos quer. Mas será que queremos mesmo esse outro ou é o caso de não estar mais no foco do outro que nos impele para ele? Como disse, o EGO fica tão ferido que o SUPEREGO não consegue nos censurar. E o ID nisso? O que está na nossa constituição de sujeito que o ID parece deixar sua marca na nossa idiotização, mas para apenas algumas pessoas? É, o ID é seletivo, também, como o SUPEREGO, desconfio, já que não são para todos que nos damos o trabalho de sofrer e querer a qualquer custo.

É Caetano, não sei que força tem o EGO quando um SUPEREGO deveria atuar em toda sua potência, coisa que não acontece sempre. Mas nessas situações em que ficamos que nem um imbecis “apaixonados”, eu realmente não sei o porque da fraqueza do SUPEREGO. E aí ficamos no lamento e nas atitudes burrinhas… “Mas se ela não quis meu sorvete / Por que gravá-la em videocassete / Jogar confete”. Obrigada pela inspiração, Caetano!

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RAPIDINHA 44 – Homice X Mulherice

Primeira noite de sexo de um novo casal de namorados, ambos bem, especialmente a mulher – ele com 58, deitou pelado na cama com os braços sob a cabeça; ela com 52, vinha caminhando do banheiro com uma camisola de arrasar.
ELE: “Pode fazer tudo que você quiser em mim! Tô à disposição”!
ELA: “O QUÊ?! Isso não é assim, não, meu filho. Pode começar me servindo um champanhe”!
Apenas Homice X Mulherice.

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CHUPETA GERAL!

Lúcia Cristina quando chega em casa no fim da tarde, ou melhor, no começo da noite, parece que esteve fora semanas tamanha a solicitação por sua presença, em tudo, inclusive na cozinha, onde prepara o jantar para a trupe (um filho de quase 2 anos, uma filha de 4, a outra de 13, o marido e o cachorro).

Num desses dias, a cozinha parecia um pandemônio: o menor chorava na barra da saia com fome e sono, a de 4 contava o que aconteceu na escola e a de 13, junto com o marido, discutiam sobre a novela. Só o cachorro não se manifestava.

No meio de tudo, Lúcia Cristina avistou a chupeta do menino e logo pensou no primeiro cala boca a ser acionado. Entretanto, num ato falho, meteu a chupeta na boca do marido que, atônito, ainda conseguiu dizer: “Que isso?! Eu não quero chupeta, não”!

Uma chupeta, boca errada. Mas sabem que deu certo? Todo mundo ficou calado. Até se ouviu o bocejo do cachorro.

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