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RAPIDINHA 55 – CASAMENTO DIFERENTE

 

Mulheres do Rio Grande Sul, Goiás, Tocantins e Mato Grosso do Sul combinando de saírem para a balada no Rio de Janeiro, depois de um dia de trabalho:

“Kenia não vai porque é casada…”, disse Ana. “Ué, mas você também não é casada, e vai?”, respondeu Tânia; “Mas o meu casamento é diferente do dela, eu minto para o meu marido e faço as coisas…”

 

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MULHERICE É…

Mulherice é sair para beber com uma amiga numa champanharia badaladinha e, a seguir,  ao tentar pegar um táxi, constatar que tem um supermercado em frente, cruzar a rua e fazer umas comprinhas antes de ir para a casa.

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SACANAGEM CIENTÍFICA

Cinco amigas cinquentonas, reclamando da vida sem dinheiro, não da vida em si, por favor, que a vida é boa quando se tem amigas bacanas, elas garantem. Mas o que fazer para ganhar mais dinheiro? Especialmente em tempos de alta de tudo no Brasil, como a conta de luz; discutiam e riam pelo WhatsApp:

“- Benditos ares condicionados!”

– “Vamos morar todas numa casa só para economizar!”

“- Não, vamos fazer um mochilão! Não, escrever um livro!”Casa-da-luz-vermelha

“- Abrir um hostel no subúrbio!”

“- Eu quero a mega-sena!!!!”

“- Ou fundamos uma casa da luz vermelha! Hahahahaha!”

Essa última frase não prestou. Dali começaram:

“- Será para senis! Hahahaha!”

“- Nada disso! Será só para rapazes acima de 18 anos, para ninguém ir em cana. Será uma casa de iniciação; para os homens aprenderem como comer as mulheres direito, que os homens da nossa geração… Contam-se nos dedos os que sabem bem o que fazer conosco!”

“- Será que teríamos clientes?”

“- Teríamos, sim, com certeza!”

“- Casa de iniciação, como uma seita secreta, tipo aquele filme do Kubrick, com o Tom  Cruise. Mas com homens jovens, porque eu não aguento mais ver pau meia-bomba na minha frente!”

“- Ué, mas os novinhos também são brochas…Teríamos iniciação até para pau mole, não tem como escapar…”

” – Mas entre jovens os casos de brochice reduzem muito.”

“- Sem segurar o cabelo!”

“- Hahahaha! Só malucas! Esqueceram que cansa? Haja joelhos, ombros e munhecas!”

“- Contrataremos um arquiteto especializado em ergonomia para a mobília e outros apetrechos, tudo bem profissional.”

“- Tô dentro, literalmente!! Hahahaha!”

“- O tal arquiteto deverá elaborar uma cadeira erótica que contemple boas aulas e redução de esforço desses grupos musculares! Sacanagem puramente científica!”

“- Olha, vendo nossa animação, tô começando a achar que Nelson Rodrigues tinha razão: todas as mulheres são ‘lutas’ (corrige), puras (corrige),putas! Gente, o corretor do meu celular não consegue escrever PUTAS! Hahahaha!!!”

“- Deve ser de uma religião dessas hipócritas. Ecoterrorista! Hahahaha!”

“- Invasor de conversas femininas!”

E se despediram, rindo sozinhas, cada uma em seu local de trabalho, porque alguém tem que trabalhar para pagar essa conta de luz!

 

 

 

 

 

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PREVISÕES DE REALEJO

Ainda era criança, nem pensava no futuro. Therezinha bem menina, voltava para casa caminhando com o pai no calor que subia das calçadas do Méier, onde morava.

Ao lado do portão de sua casa estava um Realejo. Quando ela chegou perto, logo o periquito, ao som da música singela, apanhou hum cartãozinho e lhe entregou: “TERÁS PAPEL IMPORTANTE EM TUDO QUE VIVER”.

O pai, homem sensível e dado à ternura pegou 20 centavos de Réis e pagou ao homem. O periquito agradeceu.

E Therezinha, a partir daquele momento, começou a prestar atenção ao que ocorria e, até hoje, aos 79 anos, ainda se põe inteira, tendo um papel importante em tudo a que se dedica. E também acredita na magia do Realejo.

Fecho 2014 com essa história querida. Que pena que nunca mais vi um Realejo …

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O ANIVERSÁRIO DA VOVÓ

“Vovó, o que a senhora quer de aniversário”? “Eu?! Quero trepar. Ouviram? Tre-par!”

A avó deixou os jovens netos atônitos ao respondê-los do alto dos seus quase 90 anos, que seriam celebrados com festa, na pequena casa numa comunidade do Rio de Janeiro. Todos se entreolharam… A neta mais velha conseguiu dizer: “- Pode deixar, vó! Seu aniversário vai bombar”! E saiu em busca da realização do, quiçá, último desejo da avó querida, mulher que batalhou muito, sempre ajudou a todos, e nunca perdeu uma festa na comunidade.

E assim foi feito. A família se reuniu e pagou pela contratação de um garoto de programa, que no dia da festa bateu à porta da casa todo cheiroso e bonitão. Na sala apertada com a mesa de doces, bolo, cervejas e refrigerantes, vizinhos e familiares o receberam alegres com apertos de mão e tapinhas nas costas. A avó, sentada em sua poltrona, deu a mão ao rapaz que a levou para o quarto, separado por uma cortina. E assim seguiu a festa, com música alta e todos conversando alegres. Ninguém tocava no assunto, nem tampouco tentava ouvir o que se passava com o casal.

De repente saem os dois. A avó toda alegre e arrumada como sempre, e o rapaz também. E foi como se a festa começasse de novo! E não é que o cara ficou na festa? Bebeu cerveja, conversou, discutiu futebol. E a vovó? Aproveitou a farra por completo, como sempre.

Essa história é verdadeira, acreditem. Mulherice não tem idade!

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MIOJO E LEITE CONDENSADO

Beatriz e Ana Luiza são amigas desde os 8 anos de idade. Hoje têm 19.

Certa noite, iriam receber um amigo para ver filme e queriam comer brigadeiro, mas na casa não havia sequer uma latinha de leite condensado. A mãe de Bia, do alto de sua mulherice-mór (já que era a mais velha), disse que acionassem o tal amigo, pois como morava sozinho, certamente teria uma lata em casa.

E não é que o rapaz não tinha? Ana Luiza Disse: “- Poxa! Se eu morasse sozinha, minha despensa seria só Miojo e leite condensado!”!

Mulherice e Juventude dão nisso: uma despensa cheia de deliciosas porcarias!

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AS MENINAS BICHAS

Valentina e Élida adoravam conversar sobre espíritos e seus segredos. Morrerem de medo juntas era quase um programa de lazer.

Um dia, sentadas na portaria do prédio, falaram de uma vizinha bem mais velha do que elas (tinham 16 e 17 anos na época) que “recebia” uma Pombagira no apartamento.  E acaba que, como sempre, o medo se instalou nas duas mocinhas que se lembraram de uma tarde em que lancharam na casa da tal mulher, e esta “recebeu” a entidade; elas ficaram completamente fascinadas com a Maria Padilha que pediu sua saia, que aliás era linda, para a amiga com quem morava e também estava na casa! E também lhes disse que tudo que quisessem bastava lhe solicitar.

Já com medo e, sozinhas lá embaixo, viram que já passava das 22h (nesse horário o síndico do prédio mandava apagar as luzes das escadas para economizar energia). Valentina morava na cobertura, e depois do elevador precisava subir para chegar em casa. Implorou à amiga que seguisse com ela. E lá  se foram, então.

Agarradas já pelo corredor ao saírem do elevador, ao começarem a subir correndo  as escadas, ouviram os passos de alguém que descia, e logo se puseram a gritar, histericamente, mas sem pararem de subir. Os gritos eram daqueles finos que saem do fundo da garganta, sabem como é? Eis que a sua frente aparece a mãe de Valentina que ia pegar uma correspondência. “Mas o que é isso?! Que gritaria é essa?! Parecem uma meninas bichas!”, ela falou alto como se quisesse botar moral naquela mulherice.

As duas meninas pararam de gritar, e Élida ainda conseguiu dizer: “Ai, eu só vi seus sapatos vermelhos e pensei na pombagira, D. Teresa, desculpe!”. D. Teresa não parava de dizer que as duas não passavam de duas meninas bichas, “O que é isso?!, Eu hein!”. Continuaram subindo e no corredor correram para a porta. E riram muito, por serem chamadas de “meninas bichas”.

 

 

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