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NÃO PRECISAMOS DE FLOR, MAS DE EMPATIA!

Resultado de imagem para DIA DA MULHEREis que Valentina se levanta da cama em mais um 8 de março, Dia da Mulher, rezando para que ninguém venha lhe dar uma rosa ou uma louvação. “- Gente, o que vocês têm na cabeça ao dar-nos uma flor como se fosse o dia das lindinhas? Ou, vamos dar uma rosa para elas porque mulher adora receber flores?”, pensa indignada.

Houve vezes em que até conseguiu sorrir pacientemente para os doadores de rosas, para o músico que toca no violino lindamente, na área do café no trabalho, músicas que falam coisas lindas da Mulher; “Perdoai-vos, Senhor, eles não sabem o que fazem”, era o que a consolava.

Mais uma vez se faz lembrar o Dia do Mulher no mundo e no Brasil, país onde, por dia, são registrados 135 estupros de pessoas do sexo feminino (sim, há crianças e adolescentes nessa conta!) e 12 assassinatos POR DIA!

NÃO PRECISAMOS DE FLOR, MAS DE EMPATIA!

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DA SÉRIE “CARTAS DE AMOR PARA OS ARTISTAS” CARTA 1: GENE KELLY

Desde que se lembra, Valentina é fã dos artistas de cinema e TV, especialmente os americanos. Artistas são uma de suas paixões. Artistas a fizeram e fazem sonhar, tanto dormindo quanto acordada. E artistas lhe dão vontade de escrever cartas, para eles, óbvio! Daí que surgiu a série “CARTAS AOS ARTISTAS”, e assim será: de tempos em tempos serão publicadas cartas endereçadas aos mais diferentes artistas pelos quais Valentina tenha sido/seja apaixonada. Cartas especiais.

CARTA 1: Gene Kelly

Querido Gene Kelly, que (já) estás no Céu:Resultado de imagem

Não houve um filme seu que eu não tenha assistido. Não houve uma vez em que deixei de notar sua leve e charmosa cicatriz no rosto, que acompanha seu sorriso. Não houve uma vez em que não tenha esquecido do mundo ao vê-lo dançar e sonhado ter sido Cyd Charisse; não Judy Garland, Leslie Caron ou Debbie Reynolds, que já contracenaram com você. Sim, eu querida ter sido Cyd Charisse com suas pernas longas, seus cabelos pretos em corte Chanel, em seu figurino de melindrosa verde esmeralda em “Cantando na Chuva”.

Ah! Gene Kelly… Quanta graça, beleza, masculinidade e alegria seus passos de dança, ainda hoje, revelam ao mundo, graças ao cinema. Quando você aparece, toda cena se ilumina! Que dirá quando você dança meio demoníaco, de short preto, em “O Pirata”, com suas pernas bronzeadas e musculosas.

Posso imaginar quantas mulheres devem ter tido a sorte de estarem ao seu lado… Em cena e fora dela. Queria eu ter de ter aprendido as coreografias que você criava e ensinava para os filmes. Até Frank Sinatra lhe agradecia os truques para fingir que dançava bem.

Gene Kelly Anchors Aweigh

Que pena o dia em que você morreu (2 de fevereiro de 1996, em Beverly Hills, Califórnia, EUA) triste por ter perdido sua casa e lembranças para um incêndio.

 

Ah! Querido Gene Kelly… Ainda hoje, quando me perguntam o que eu gostaria de ter sido na vida, respondo: “- Queria ter sido Cyd Charisse!”

Cyd Charisse and Gene Kelly in Singin' in the Rain

Um beijo nesse charminho de sorriso levemente entortado.

Valentina

(Para quem não viu seus filmes, foram mais de 40, dentre s quais eu destacaria: Cantando na Chuva (1952), Sinfonia de Paris (1951), Um Dia em Nova York (1949), Marujos do Amor (1945), O Pirata (1948) e Summer Stock (1950). Abaixo copiei dois trailers para quem tiver curiosidade)

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RAPIDINHA 59

Resultado de imagem para biscoito da sorte

Toda vez que precisava de um conselho ia jantar numa restaurante chinês para abrir um biscoito da sorte.

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POR QUE DIABOS VOCÊ NÃO CONSEGUE DIZER QUE ESTÁ APAIXONADO E, AO CONTRÁRIO, FICA DANDO FORINHAS E GELINHO?

Resultado de imagem para homem jantando com mulher“- Mas esse cara é homem ou homem igual a mim?”. Valentina morreu de rir quando seu amigo gay assim se referiu ao cara que fica lhe rondando, mas não consegue (parece) dizer, de fato, que está apaixonado ou talvez apenas muito atraído por ela.”Será que dessa vez errei nos meus cálculos?”, pensou depois que o viúvo Jamil, que convidou-a para jantar certa noite, e dois dias depois para caminhar na praia, simplesmente deu uma de vain (vaidoso, em inglês).

Embora nada além de olhares observando cada ato seu, cada mexida de mão, o colar que usava, os sorrisos de canto de boca para cada coisa engraçada que ela dizia com ou sem intenção, Jamil não havia dito nada diretamente à Valentina naquele jantar. Contudo, dois dias depois convidá-la para caminhar na praia pareceu-lhe um alerta de que ali havia um homem interessado. Mas aí, entre o convite e o passeio, foram comer pizza com mais três amigas; ao sentarem-se à mesa, Valentina disse, inocentemente: “- Senta aqui, Jamil!” (ao seu lado). Eis que ele disse que sentaria ao lado de Joana, uma das amigas, dizendo que seria bom conversar com alguém novo, diferente, que ainda não conhecesse. Valentina ficou irritada por dentro, mas aguentou firme. Jamil, apesar desse ato ridículo, disse, talvez para livrar a própria cara, assim, do nada, no meio da conversa e na frente de todas, que Valentina era linda como uma pintura, que tinha um sorriso luminoso além de ser muito charmosa.

No dia do passeio à praia, Valentina não aguentou e ligou para ele dizendo da sua indelicadeza para com ela e que por isso não iria mais. Jamil, em vez de ser galante, simplesmente disse que só queria ser amigo dela, e que mais tarde se falariam. “Ok, Jamil! Que ótimo então que seremos amigos”. Mais uma vez ele mostrou seu lado vain: “- Foi até bom você cancelar, pois estou doido para continuar um livro que estou lendo”, disse em seu tom um pouco pernóstico, como se não ligasse, mas ligando. Como disse Valentina para seu amigo gay, tinha certeza de que Jamil não conseguiu saiu sair da página de onde tinha parado, que é como fazemos quando queremos dizer que estamos ótimos(!), mas na verdade apenas não queremos dizer para o outro que estamos, simplesmente, interessados… Aiaiai…Quanto tempo perdemos com essas bobices…

Passaram-se alguns dias e nada de Jamil, mas Valentina, que prefere não perder seu tempo, mandou um WhatsApp convidando-o para jogar cartas com seu casal de amigos gays e mais umas amigas que viriam para sua casa. Primeiro, Jamil visualizou, mas não respondeu, com toda pinta de fingir que não estava ligando, o que se confirmou, pois Valentina mandou mais uma mensagem pedindo que ele respondesse se viria ou não, para que preparasse tudo. E não deu um segundo para que Jamil ligasse, todo eufórico, dizendo que iria sim, que levaria um vinho, que compraria algo mais, sem glúten especialmente para ela…

Daí a pergunta que dá título a esse post: Por que não vamos logo ao assunto, chegamos perto e dizemos o que queremos? Por que fingir que não estamos nem aí, damos forinhas em pessoas que nos interessam, não nos comunicarmos só para “não dar mole”? Ai, gente… Bóra ser feliz!!!

 

 

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Os números de 2015

Os duendes de estatísticas do WordPress.com prepararam um relatório para o ano de 2015 deste blog.

Aqui está um resumo:

Um bonde de São Francisco leva 60 pessoas. Este blog foi visitado cerca de 3.000 vezes em 2015. Se fosse um bonde, eram precisas 50 viagens para as transportar.

Clique aqui para ver o relatório completo

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FACEBOOK AO VIVO – Rapidinha 58

Facebook ao vivo é quando você encontra suas amigas de adolescência após um afastamento de mais de 35 anos, e todas contam sobre como suas vidas sempre foram perfeitas e bem sucedidas, chegando a parecer um concurso de quem mente mais.

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RAPIDINHA 57: DOIS HOMENS, UMA MULHER, DUAS VISÕES

“Sabe o que meu nome quer dizer? Claudia significa aquela que manca…”

O homem filósofo disse: “Pois o homem que manca está muito mais perto do homem real do que aquele que bate os recordes mundiais, minha querida Claudinha…”

O homem piloto de avião disse: “Que nada, Claudia é nome de mulher assim, bonita, gostosa… Vem cá…”

O primeiro se chamava Leandro. O segundo Leonardo. Mas não davam uma dupla para nada.

 

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