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Tudo de bom!

RAPIDINHA 54 – SORTE PARA O AZAR

  NÃO SE TRATA DE SER AZARADA PARA ENCONTRAR O HOMEM CERTO.

  ÀS VEZES, SÃO APENAS CASOS EM QUE SE DÁ SORTE  PARA O AZAR.

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RAPIDINHA 52 – SALÃO X FUTEBOL

“O salão de beleza está para as mulheres, assim como o futebol na TV está para os homens.”

Pessoa que opera o Smartwatch                                                                                                                                         rawpixel.com

(Bruno Mazzeo, ao tentar falar com a namorada ao telefone enquanto a mesma estava no salão –  episódio de Cilada)

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SOMOS TODOS MULHERES

Todo homem tem um Vênus  em alguma lugar e toda mulher tem um Marte. Ok, mas sob o ponto de vista biológico todos, sem exceção, somos essencialmente femininos.

(Vênus e Marte – Botticelli)

Ao contrário do senso comum baseado no mito de Adão e Eva, a mulher nasceu primeiro, pois o que faz uma pessoa ser homem é SÓ um cromossoma, o  Y, que contém APENAS 60 genes. Ou seja, somos todos femininos de origem e quase todos os nossos genes são femininos. Daí pergunto: por que ser mulher é menor do que ser homem? 

Acho que já disse isso aqui no blog: antes da humanidade saber que os homens também participam do nascimento dos bebês, a mulher tinha outro papel no mundo. E a ideia de que somos um espermatozoide? Charges etc., retratam as pessoas como um, como se  a vida fosse um gameta masculino, forte, um pênis em potencial que penetra, atravessa, invade o óvulo. Certa vez, li que é o óvulo que generosamente se abre ao espermatozoide, mas ninguém quer saber, mesmo se for fato científico, pois o pênis em forma de gameta é o que há! Walter Benjamin, meu filósofo favorito, dizia que nos identificamos com os vencedores, mesmo que sejam demoníacos. Talvez seja isso.

Mas pensar que somos femininos de origem genética, me faz ver o mundo mais bonito, mais doce. Que talvez tanta masculinidade seja fruto de muito esforço de homens e mulheres em tentarem ser os mais fortes, e sobreviver (Darwin já dizia isso…). Será?

Esse post foi inspirado nas palavras de Marcelo Caminha, que fez uma breve leitura de meu mapa astral, me explicando porque eu, Claudia, tenho esse blog, que divulga pontos de vista ora femininos, ora masculinos, mas pela ótica das mulheres.

(Para quem gosta de mapa astral ou tiver curiosidade, Marcelo tem um site, luzinforma.com. Olha lá! Veja lá por onde andam seu Vênus e seu Marte!)

 

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RAPIDINHA 50

“Os homens são todos veados e as mulheres são todas galinhas. Não tem como darem certo!”

(Conversa no restaurante)

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RAPIDINHA 49

Homem abre qualquer fecho de sutiã com uma mão só, mas não sabe usar o fecho de uma pulseira que só serve para você ficar bonita.

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MULHERICES, CINEMA 2 OU…


O que vou contar não sei se é mulherice ou outra coisa ou algo mais.

Assistindo ao filme “O que os homens dizem” ou, em espanhol, “Una pistola em cada mano”, há uma cena na qual um homem fala para um conhecido que sua mulher o está traindo. O outro lhe dizia que falasse com a mulher sobre o assunto, para encorajá-la, quem sabe, a tomar uma atitude, como separar-se dele. O traído disse: “- Nem pensar! Eu não vou falar nada com ela! Não quero que ela tome atitude nenhuma! Não quero me separar”!

Ao meu lado, no cinema, duas senhoras amigas estavam indignadas com a postura do cabra. Peraí! Um homem não querer separar-se da esposa que o trai seria um problema? Bem, para as duas mulheres, sim. Engraçado nossa dificuldade em ver o homem num papel quase de mulher, a sempre traída que reclama da amante, mas não se separa. Mas o cara simplesmente não queria perder a mulher. Ponto. Apesar de o filme ter uma aura de humor, nessa cena mesmo, havia um drama; e as pessoas riam no cinema, e eu, confesso, fiquei pensando na nossa disponibilidade de rir dos dramas da humanidade.

Mas, voltando às duas mulheres: sua atitude é mulherice ou machismo? Ou os dois?

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O CUIDADO DO MUNDO – sobre o Dia da Mulher

Ja São 23h29, ou seja, falta pouco tempo para terminar o DIA DA MULHER. Valentina sempre passa esse dia dividida entre dois sentimentos: agradecimento pelos que a cumprimentam e tristeza pelas Mulheres (incluindo a si mesma), senhoras, jovens e meninas do mundo (“Se há um Dia da Mulher, é porque ainda somos minoria”).

Quando assistia uma aula de filosofia, Valentina ouviu seu Prof. Leandro Konder falar do advento do arado como um dos principais fatores da soberania do homem sobre a mulher. Entretanto, ela se lembrou de um outro fato que fez com que todos na sala se entreolharem espantados: ” Certa vez li que a superioridade masculina veio com uma descoberta da participação dos homens no nascimento dos bebês.  Antes, as mulheres eram reconhecidas como seres superiores, dotadas do poder de gerar filhos! “, disse ela. Leandro Konder comentou: “E eu pensando que ainda teria tão pouco a conhecer pelo puco tempo que me resta de vida”, como se tal “noticia” parecesse luz nova.

Essa conversa numa aula de Filosofia pode até parecer só uma coisa legal, mas faz lembrar de que ser mulher sempre foi uma coisa muito especial, e antes até mesmo mágica. Sem romantismos, as mulheres ainda são capazes de magia.

Nesse mundo em que vivemos, quem sempre cuidou da humanidade foram, e ainda são, as mulheres. São elas que cuidam da comida, das crianças, dos doentes … Mulheres são solidárias com a humanidade. Há uma fotografia premiada de uma senhora na Europa de lenço amarrado . envolta da cabeça e amarrado no queixo enfrentando um soldado com um escudo blindado. Pelo o que ela lutava? Não vem ao caso. Essa foto mostra a que ponto chega a coragem de uma mulher indignada.

Nesse dia da Mulher, Valentina agradece o carinho de todos que a cumprimentam, mas por dentro tem vontade de pedir que não o façam, pois não se trata de distribuírem flores galantemente; ela pede mais do que isso. Mulheres precisam de respeito, igualdade de salários, não serem desqualificadas, não serem vitimas de violência de toda ordem, desde mutilação clitoridiana até espancamento por um homem, sem serem acusadas de precisar desses castigos (“porque tem mulher que gosta de apanhar”).

Nesse dia da Mulher, e sempre, lembremos de que ainda há muito, muito a se fazer pelas Mulheres. E ao fazermos algo por elas, estaremos fazendo pelo mundo. Um mundo melhor, com mais cuidado.

 

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CABRA MARCADO PARA MATAR

Esse texto e sobre aqueles homens que parecem ter nascido matadores. Pegadores, ganham grande parte das mulheres de quem se aproximam. Alguns bonitos, muitos por serem ricos, há os sexy, os confiantes, os que sabem o que dizer, mesmo sendo feios… Mas há aqueles do tipo macho, muito macho. Cabras marcados para matar e não morrer. Agregam beleza, graça e testosterona. Homens assim, ao entrarem num ambiente chamam logo atenção. Tem alguns que, depois que abrem a boca ou começam a atuar em sua pavonice, desencantam algumas poucas mulheres, mas geralmente acertam, mexem com nossa libido. É algo meio inexplicável.

Homens macholas, bonitos, sexy são demais, pegamos só por um tempo, pois o que geralmente ocorre é que eles vão deixando corpos e corações rotos por onde passam. Cabras marcados para matar.

Quem cruzar com um aproveite, e muito! Chupe até a carne que fica grudada no osso, mas desapega para o seu coração não ser devorado. Hoje uma amiga lembrava de um tipo desses. Era  homem do tipo “Cabra Marcado Para Matar”, e não morrer. Alias, esse tipo dá uma impressão de que nenhuma mulher o terá para si, exclusivamente. Mas existe uma mulherice recorrente: a de que ‘EU”, a Escolhida de Deus, o pegarei de jeito e ele nunca mais saber de outra mulher. Traiçoeira Mulherice.

Cabra marcado para matar é melhor só comer.

(Imagem  oldhollywood.net   – Difícil escolher uma imagem; elegi Marlon Brando: ele Sempre foi um cabra marcado para matar)

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FAZENDA NUNCA MAIS!

Karla, assim que se casou, foi com o marido à fazendo de um tio dele. Pegaram um avião até Belo Horizonte e mais um Ônibus daqueles que pareciam lombo de burro em estrada tortuosa e esburacada. A fazenda ficava numa cidadezinha (segundo ela, parecia ter só quatro ruas).

No primeiro dia foram andar a cavalo. Ela, num mais manso, meio pangaré, chega no final do dia estava toda assada de tanto que o cavalo socava. Já o marido, empinava o cavalo, corria … Parecia o Zorro quando saía de cena.

Na cidade, ao pararem na padaria, ela escutou um CHÓÓÓÓÓ ‘! “O Que é Isso?”, gritou assustada e matando o marido de vergonha, pois o tio era prefeito daquelas quatro ruas e o cavalo dela estava era fazendo um super-xixi!

De tarde se deitou na rede para descansar. Quando foi levantar, deu de cara com um camaleão que a mirava compenetradamente (“Aquilo, prá mim, era um jacaré, gente!”). E nada do bicho sair nem deixar de encará-la. Ela começou a gritar pelo marido que veio correndo, mas se irritou um pouco com aquela mulherice.

De noite, hora de dormir, um camundongo correu pelo quarto, outro berro!

De manhã, já estressada, disse que não ficava lá “mais nem um minuto!”. O Marido pediu só pra dar mais um galope, e lá se foi, empinando o cavalo.

No avião, sentindo-se salva pelo clima urbano, sorriu aliviada. E tudo aquilo só para o marido brincar de Zorro!

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E ELES FORAM FELIZES PARA SEMPRE… O livro PÁGINAS DE VALENTINA

 

Exibindo CAPA_Páginas de Valentina.jpgE eles foram felizes para sempre…

 Valentina nunca acreditou em príncipe encantado até conhecer Marcelo. A partir desse encontro, sua história se desdobra em crônicas, reunidas no livro “Páginas de Valentina”, que revelam as agruras e delícias da vida de uma mulher sensacional, alegre e sensível que sempre soube o que quer: ser feliz.

 Independente e bem resolvida na vida, a divertida Valentina adorava provocar suas amigas com o assunto sobre as princesas: “Será que a Branca de Neve não era feliz com os sete anões? Parecia que sim, apesar de ser discutível trabalhar como empregada doméstica de sete homens porquinhos. A princesa não demonstrava se sentir explorada, como se até fazer faxina fosse coisa molinha. E a Cinderela que também nunca reclamava de assoberbar-se, gente!”.

 

Assim é a personagem principal do livro Páginas de Valentina, de autoria de Claudia Medeiros, que se revela presente dentro cada mulher através de seu universo feminino peculiar povoado de mulherices (coisas de mulher) e homices (coisas de homem). E Valentina tinha uma convicção: a de que príncipe encantado não existe. Porém, num belo dia, após um encontro, isso de tornou uma dúvida seguida de muitas outras: o que é felicidade? O que é ser mulher? Somos princesas?

Carioca da gema, Claudia Medeiros é pedagoga e Mestre em Educação Brasileira pela PUC-Rio. Cheia de mulherices, adora Elvis Presley, Johnny Depp, Gene Kelly, filosofia, cinema, além dos autores Leandro Konder e Walter Benjamin. É autora do blog mulhericesblog.com que deu origem ao tema explorado em seu primeiro livro, Páginas de Valentina, no qual revela que o cotidiano de uma mulher é escrito por ela a cada dia e invadido por muitas histórias dos outros sobre as quais não se tem controle.

Princesas, príncipes… Tudo isso é parte de um ideário coletivo que, mesmo criticado, vai nos constituindo como sujeitos… Daí que quando um homem tem traços de um príncipe, seduz. Até mesmo a descrente Valentina. E o que as histórias de Páginas de Valentina pretendem mostrar é que a vida das mulheres não depende de um (muitas vezes aparente) campo afetivo de sucesso para que sejam felizes ou respeitadas. Que podemos ir muito além do estereótipo de princesas à espera de um príncipe encantado, pois há uma vida cheia de desafios, boas surpresas e alegrias que independem da presença de um homem. Além disso, olhar com mais senso de humor os dramas do cotidiano feminino”, conta a autora.

  

“Páginas de Valentina”, de Claudia Medeiros – Editora Multifoco

Lançamento: dia 14 de fevereiro (sexta-feira), às 19 horas

Local: Livraria da Travessa, Rua Visconde de Pirajá, 572 – Ipanema – Rio de Janeiro – RJ

Preço: R$ 36,00

À venda nos sites  apartir de 14/2: www.travessa.com.br, www.livrariacultura.com.br e http://www.editoramultifoco.com.br

 Mais informações à imprensa:

Andréa Dias – 21 981442702 / andreadias@percursocom.com

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