Arquivo do mês: setembro 2015

RAPIDINHA 56 – QUANDO O CORPO CHORA

Às vezes os nossos olhos não são suficientes para derramar uma dor. Aí nosso corpo chora.

O que acontece em nosso cérebro quando estamos deprimidos?

 

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DA DELICADEZA

Em tempos de homens rudes, onde podemos encontrar uma sombra de delicadeza, um resquício sequer dessa forma tão humana de estarmos no mundo e nos relacionarmos uns com os outros?

A palavra delicadeza, até mesmo quando é pronunciada, promove singelos encontros fonéticos, como se entre as letras surgissem pequenos estalidos, como quando pisamos em grama fresca ou ouvimos a chuva pingando vagarosamente… Acho que não dá para falar delicadeza em tom rude, nem ser rude em nome da delicadeza. Se isso acontecer, já não era delicadeza, desde o início.

O filme francês, “A Delicadeza do Amor” (em francês é apenas A Delicadeza), desde o chefe que, mesmo apaixonado pela moça, não age de forma indelicada com a mesma, e nem com seu novo namorado, aliás, um personagem delicado, bem humorado, educado (como o próprio chefe tem de reconhecer, já bêbado após conversar com objeto de amor de sua querida). Mas, como pano de fundo do filme, nas relações, nos diálogos, está a delicadeza, aquilo que deixa a gente ser a melhor versão de nós mesmos (aliás, frase muito parecida com a do namorado delicado, falando da moça para o chefe enciumado).

Convido a assumir a delicadeza em nossos atos, seja com qualquer um. Às vezes somos rudes uns com os outros, desnecessariamente (já esta frase, foi dita por minha filha). E convido a assistirem ao filme deixando-se levar pela delicadeza do roteiro, da direção, da fotografia. Viva a delicadeza!

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