Arquivo do mês: abril 2015

MULHERICE, MESMO NO INCONSCIENTE, É MULHERICE

O proResultado de Imagem Pará Adam Levine beijandograma THE VOICE USA é um daqueles entretenimentos bombásticos organizados pela maestria dos americanos nesse quesito. Música, bons cantores, super produção, cuidados … Enfim, tudo aquilo que já conhecemos e, muito bem, a ponto de nos identificar de cara. Mas não é só isso: tem o Adam Levine.

O que é Adam Levine, gente? De barba, sem barba, NÃO INTERESSA! É da categoria GATO e ponto final. Tem talento? Tem. Tem simpatia? Tem. Tem namorada? Tem. Mas isso não interessa, já que muito provavelmente não iremos conhecê-lo de modo a ameaçar sua linda garota (mas ela que se cuide se isso vier acontecer).

Noite passada, zapeando pela TV, pude ver o THE VOICE. Adoro quando acerto a mão no controle remoto! E lá estava Adam com suas tatuagens e covinhas. E aí dormi. E sonhei com Adam Levine.

Havia moças num apartamento e eu, nada moça, recostada num sofá que divida a sala, com a cabeça bem para trás. Adam passava, falava com as moças (eita inconsciente consciente de nossas condições para com esse mundo dos jovens e lindos do qual parecemos não fazer mais parte). Ao meu lado uma moça sentada deu uma empurrada no lindo que estava como se fosse beijá-la. Eu, do alto do meu corpo cansado, talvez devido ao sono de verdade, disse: “Escolheu a boca errada, para beijar, Adam”, como se eu fosse assim, amiguinha dele, mas provocando-o. Não é que meu inconsciente dessa vez me deu uma chance?! O lindo respondeu: “É mesmo!” E veio e se debruçou sobre mim por trás do sofá e me deu um beijaçooooooo!

Nada como uma mulherice em nível inconsciente! Freud Explica!

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Arquivado em Homem, Mulher

MULHERICE É…

Mulherice é sair para beber com uma amiga numa champanharia badaladinha e, a seguir,  ao tentar pegar um táxi, constatar que tem um supermercado em frente, cruzar a rua e fazer umas comprinhas antes de ir para a casa.

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Dia de Princesa

Sentada na Praia da Urca enquanto uma amiga de Brasília subia destemida no Bondinho do Pão-de-Açúcar, Valentina lia naquela manhã de mormaço. Chegou a cogitar o passeio, mas toda vez em que sobre no bondinho começa a sentir-se arrependida (“Prá que é que eu vim????? Toda vez é isso!!!!”, quase rezando diz para si mesma), pois de uns tempos para cá não sabe onde ficou aquela Valentina destemida, corajosa e animada para as emoções da vida. Então pegou sua cadeira de praia, um livro de contos de Tennessee Williams e de roupa mesmo sentou-se de frente para o mar.

Numa ponta da pequena praia, bem abaixo da tenda dos salva-vidas, notou uma mulher de vestido branco com um buquê, subindo numa pedra. Sim, era uma noiva, o noivo e um rapaz. O vestido era simples, tomara-que-caia e saia que descia até os pés (parecia de jérsei). O noivo estava de calça comprida preta e blusa branca. O rapaz, de bermuda e chinelos. E foi um tal de poses sozinha, acompanhada…E tudo registrado com o celular na mão do rapaz. De cima os bombeiros olhavam, embora o mar batesse calmamente, como sempre é nessa praia.

Valentina sentiu um misto de compaixão com ternura vendo aquela noiva se equilibrando sobre as pedras da Urca, eternizando seu casamento. Pensou no quanto que as mulheres sonham com esse dia: o seu Dia de Princesa, o dia em que colocam vestidos lindos e brancos, grinalda no lugar da coroa, véu no lugar do raio de luz enfeitiçador. Passam o dia no salão de beleza ou na casa da madrinha, da vizinha…Tudo como se estivessem num castelo cercadas de damas de companhia.

Praia da Urca, bucólica sob o céu cinza e de mar verde-folha, cenário ideal para um casal de noivos. Não havia carruagem, mas pés molhados, barra do vestido levantada, risos, alegria, celular no lugar de máquina fotográfica. Tudo anunciando a existência de um Dia de Princesa.

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Arquivado em Comportamento, Príncipes, Princesas