Arquivo do mês: fevereiro 2015

A NOITE EM QUE DORMI COM ELVIS PRESLEY

(Há histórias que nos contam, mas embora pareçam mentira, são verdade, como esta aqui; e eu lhes direi porquê.)

“Não vai dar para você dormir aqui comigo…Você só tem 16 anos!”, disse Elvis Presley em resposta à súplica de Kate, moça simplória que teve a sorte de morar numa cidadezinha do interior dos Estados Unidos na qual o cantor fazia um daqueles seus shows no início de sua carreira.

Década de 50, EUA. Quando soube que o Rei do Rock estaria em sua cidade, Kate pediu ao pai que lhe comprasse ingresso para as três noites. O pai só comprou um, e meio a contra-gosto, pois não gostava desse negócio de Rock.

Arrumou-se toda, vestido cinturado, saia rodada, sapatilha de verniz. 16 anos. E muita determinação. Depois que o show acabou, bateu à porta do chalé no hotelzinho onde Elvis iria dormir. Como conseguiu? Sua tia era dona. Primeira sorte. Segunda sorte: Elvis abriu a porta. Ainda era jovem e não tão famoso a ponto de ter alguém que lhe mediasse essas coisas.

“Posso dormir aqui com você?”, sem nem deixar o Rei dizer “boa noite” ou “quem é você”. A linda Kate (sim, era lindinha, como em 1999, já senhora, quando contou essa aventura) engolia o choro da emoção diante do homem mais bonito e sexy que já havia visto na vida. Elvis, delicadamente, lhe disse que não seria possível, acabara de fazer um show e estava muito cansado. Deu-lhe um beijinho na testa e se despediu.

Após o show do dia seguinte foi a mesma coisa. Bateu-lhe à porta, dessa vez ele só gritou que estava no banho, que já já iria dormir. Mas na terceira noite ela se antecipou e ficou sentada à porta do chalé. Quando ele chegou, Kate se agarrou aos joelhos do Rei, que carinhosamente lhe ergueu e, olhando-a nos olhos disse: “- Não vai dar para você dormir aqui comigo…Você só tem 16 anos! Você quer que eu vá preso?”. Kate disse que ninguém sabia que ela estava ali, que ele iria embora da cidade e provavelmente nunca mais iria encontrá-lo e falou, falou, falou até não ter mais palavras e lágrimas para chorar. Elvis então respondeu: “- Olha, você vai dormir aqui, mas não irá acontecer nada, ouviu?” E assim foi. Kate contou que Elvis tomou banho, vestiu o short do pijama, tomou uns remédios e, simplesmente, apagou com uma mão atrás da cabeça e a outra dada com a dela. Kate não se lembra de ter dormido, apenas de que ficou olhando para ele a noite toda, e que também passava-lhe a mão nos cabelos, no peito…

Quem me contou essa história foi uma professora de dança que veio dar uma palestra para os professores da instituição onde trabalho. Não sei porque falei de Elvis, de quem sou super fã, e ela então, animada, me contou a história de Kate, que conheceu em 1999, quando foi fazer um curso de dança em Nova York. Como eu, ela também acreditou na história, principalmente por ter sido na voz de uma emocionada e alegre senhorinha americana. E a prova de que é verdade, a meu ver, é que Elvis agiu assim com Priscila, com quem depois se casou, quando foi morar com ele, fugida de casa. Elvis prometeu ao pai dela não ter muitas intimidades até que se casassem, já que ela era menor de idade. E cumpriu. Certamente, foi o que ocorreu com Kate. Além disso, o Rei era adicto, tomava verdadeiras bombas para dormir, acordar, viver. Logo, talvez preferisse seu vício, quem sabe?

Eis a história de Kate. Maravilhosa, não?

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RAPIDINHA 54 – SORTE PARA O AZAR

  NÃO SE TRATA DE SER AZARADA PARA ENCONTRAR O HOMEM CERTO.

  ÀS VEZES, SÃO APENAS CASOS EM QUE SE DÁ SORTE  PARA O AZAR.

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