Arquivo do mês: junho 2014

RAPIDINHA 50

“Os homens são todos veados e as mulheres são todas galinhas. Não tem como darem certo!”

(Conversa no restaurante)

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“DO AMOR”

Conforme está a vida de Ana Luíza, seleciona um episodio da série “Do Amor”, que passava no canal Multishow, e o assiste pela milésima vez. Quando encontra-se na fase de um novo love, ela assiste ao primeiro episódio (“Do início ao fim”). Se terminou com o namorado, aí já é outro. E assim vai chorando, lutando, sorrindo, fazendo amor, sonhando, indo a festas com Ana Flor, a heroína. Seria como dividir os capítulos da série de sua vida, esgotando sentimentos e momentos, como se não pudessem nunca terminar.

Mulheres têm isso. Vão fundo nos sentimentos. Precisam compartilhar dramas, alegrias, intimidades, mesmo que seja com uma personagem. Pintam seus dias com as cores de outras mulheres, mas que no fundo, talvez sejam  as mesmas cores.

Ana Flor, Ana Luíza, todas Anas, com vontade de encontrar a felicidade.

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RAPIDINHA 49

Homem abre qualquer fecho de sutiã com uma mão só, mas não sabe usar o fecho de uma pulseira que só serve para você ficar bonita.

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MULHERICES, CINEMA 2 OU…


O que vou contar não sei se é mulherice ou outra coisa ou algo mais.

Assistindo ao filme “O que os homens dizem” ou, em espanhol, “Una pistola em cada mano”, há uma cena na qual um homem fala para um conhecido que sua mulher o está traindo. O outro lhe dizia que falasse com a mulher sobre o assunto, para encorajá-la, quem sabe, a tomar uma atitude, como separar-se dele. O traído disse: “- Nem pensar! Eu não vou falar nada com ela! Não quero que ela tome atitude nenhuma! Não quero me separar”!

Ao meu lado, no cinema, duas senhoras amigas estavam indignadas com a postura do cabra. Peraí! Um homem não querer separar-se da esposa que o trai seria um problema? Bem, para as duas mulheres, sim. Engraçado nossa dificuldade em ver o homem num papel quase de mulher, a sempre traída que reclama da amante, mas não se separa. Mas o cara simplesmente não queria perder a mulher. Ponto. Apesar de o filme ter uma aura de humor, nessa cena mesmo, havia um drama; e as pessoas riam no cinema, e eu, confesso, fiquei pensando na nossa disponibilidade de rir dos dramas da humanidade.

Mas, voltando às duas mulheres: sua atitude é mulherice ou machismo? Ou os dois?

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MULHERICES, CINEMA, 1

Hoje, numa simples ida ao cinema, convivi com mulheres que sequer conhecia, aliás, algumas nem cheguei a conhecer, mas como estavam muito perto de mim, tive de ouví-las.

cafe
No quiosque do café, as duas moças que trabalhavam conversavam. Uma, de mais ou menos 30 anos estava grávida; a outra, talvez de 25, no máximo, era quem falava sem parar sobre um sujeito. Ela contava aquelas coisas que os homens fazem para nos impressionar e que nos mobilizam a aponto de acharmos que estão tão a fim de nós quanto gostaríamos. Ao mesmo tempo em que falava do moço, fingia desprezá-lo, mas na verdade estava amando o assédio.

Fiquei ali por quase uma hora, fazendo tempo para o cinema. A moça não parava de falar no cara, e o falso desprezo regado à euforia ali, borbulhando mais quente do que cada café que ela preparava. Essa mulherice é muito boba, fingir que desprezamos quando não estamos querendo que parem de nos procurar e dizer frases cheias de vontade de nós. Por que fazemos isso? Não sei. Talvez seja esse o jogo, fingir desprezo para se derreter logo em seguida nos braços do cabra. Ou, o que temo, achar que estamos no comando do flerte e temos a quem quiser em nossas mãos. Flerte, jogo, conquista, campanha. Há muito tempo escrevi que homem em campanha é tudo de bom, “bóra” aproveitar! Curta o assédio, não precisa fingir que não liga se você liga. Faça o charme necessário, mas não o trate como merecedor de desprezo se você estiver curtindo. Divirta-se! Por que essa necessidade de dizer, para os outros, que não está nem aí? Sei lá de onde vem isso…

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