Arquivo do mês: julho 2013

HOMEM TIPO GRUDE

Há homens do tipo GRUDE. São aqueles meio carentes, que ficam logo apaixonados no primeiro encontro, andam agarrando você a ponto de quase provocar tropeços com nossas pernas, tamanho o entrelace.

Outros, ligam o dia inteiro (aí não sei se é GRUDE ou controle). Você está no trabalho, todo atrapalhada, e ele liga a cada 30 minutos. Não que não gostemos de atenção, mas às vezes fica difícil, mesmo querendo que ele ligue.

Mas o mais estranho é o homem-conchinha. Ele não só quer dormir de conchinha como ANDAR DE CONCHINHA, como se engatado atrás da mulher, chega as pernas ficam um pouco encurvadas. Chega a ser engraçado.

Me desculpem os homens-grude, mas cuidado para não confundirem paixão com chatura.

(Imagem: www.mulheresquecomandam.com.br )

 

 

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BOTÕES DO MARQUÊS DE SADE

Anna Paula, quando se casou, mandou fazer um vestido espetacular, abotoado nas costas de cima até embaixo. O casamento foi bacana e a festa muito alegre, como ela e o marido, Pedro. O sogro ofereceu de presente uma noite de núpcias num hotel chique, mas ela recusou, pois preferia guardar essa diária para usar na lua-de-mel. Dessa forma, ela e o marido foram para o apartamento onde morariam.

Chegaram loucos para tomar um banho daqueles, mas era tanto do botão, e com casas tão apertadas, que Pedro não conseguiu tirar o vestido da noiva. Anna teve de chamar a irmã que, por sorte, também morava no prédio, para lhe libertar do vestido suado e já incômodo.

“Já pensou se nós tivéssemos ido para o hotel? Olha o mico que pagaria tendo que pedir ajuda na recepção para tirar meu vestido, e de noiva!”, disse ela.

E tanto esforço tampouco adiantou de nada: os dois tomaram banho e caíram desmaiados! A noiva, para esquecer do vestido do desespero; o noivo, da dor nos dedos depois de tentar abrir uns botões que devem ter sido ideia do Marquês de Sade.

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PRÍNCIPE NÃO P… – RAPIDINHA 38

Papo de amigas:

Amiga 1: “Por que é que esse negócio de homem peidar na nossa frente baixa o nosso percentual de tesão, hein”?

Amiga 2: “É porque, como príncipe não peida, minha querida, e vivemos acreditando que ele existe, dá nisso”.

 

(Imagem: coisasdevidas.blogspot.com)

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“O TEMPO PASSOU PELA MINHA CARA E EU NÃO VI!”

D. Léa tinha quase 70 anos quando teve que operar seus olhos por uma catarata precoce. Aproveitaria e também jogaria fora sua miopia. Resistiu enquanto pode, tinha medo de cirurgia como todo mundo, no geral. Aliás, todo mundo, não. Quem faz cirurgia plástica acho que tem menos medo do que os demais. Se arriscar só para ficar mais bonito, sei não. Mas vamos à história de D. Léa, esposa de Seu Francisco, quem também iria se operar pelo mesmo motivo.

Combinaram de se operar no mesmo dia, pois se recuperariam em parceria. Além disso, irem juntos em macas lado a lado lhes dava coragem e a impressão de que renovavam os votos de um casamento de quase 40 anos (“na saúde e na doença, minha querida”, brincou Seu Francisco). “Ai, Francisco, que medo… Acho que não vou aguentar”! Seu Francisco ficou durão, alguém teria de fazê-lo, pois D. Léa tratou de entregar logo os pontos. Foi ele quem lhe segurou a mão.

E riram no quarto ao ficarem nus para vestir aquele avental de paciente aberto atrás, com suas bundinhas já um pouco murchas de fora. Seu Francisco comentou: ‘Puxa, e eu pensando que mais ninguém teria o luxo de ver o meu amor quase nua”. D. Léa disse: “Para! Quer me deixar mais nervosa”?! Mulherices na hora de entrar na faca. Ao acordarem no quarto sorriram um para o outro como se tivessem dormido e despertado de um sonho.

Quando chegou o tempo de verificarem sua visão, D. Léa correu primeiro para o espelho e eis que deu um grito, fazendo Seu Francisco dar um pulo da cama! “Francisco!!!! O tempo passou pela minha cara e eu não vi!!!!! E você é o culpado… Me convenceu a operar, agora eu vendo que envelheci”! Seu Francisco, que sempre fora um homem delicado, dessa vez não aguentou: “Deixa de ser fresca, Léa! Sabe que eu acho que eu também não deveria ter operado os meus”? Mulherices e Homices, quando juntas, são assim: pá-pum de tudo quanto é lado!

(Imagem:www.tumblr.com )

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RAPIDINHA 37 – SEM BRINCOS

Mulher quando percebe que não colocou os brincos se sente descomposta.

(Imagem: www.abril.com.br )

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MULHERICE EM IPANEMA

Marisa vivia no interior. Quando vinha para o Rio de Janeiro, geralmente era para ir ao médico, daí aproveitava para ver a família.

Um dia, em pleno bairro de Ipanema, já na sala de espera do médico, o marido disse que vira uma atriz famosa, mas não contou na hora, pois senão seria aquela loucura com ela pedindo autografo, tirando fotografia, já que adorava falar com artista e mostrar na sua cidade.

Quando saíram do médico ela, de longe, avistou uma mulher loura e teve certeza de que era uma atriz famosa, pois a reconheceu no ato. Como caminhava à frente do marido, pensava com seus botões: “Ah! Eu vou bem falar com essa artista! Marco Antônio (o marido) está atrás de mim, nem vai ver que ela é uma atriz. Ai! Vou falar com ela”!

E lá ia ela toda serequequé, até que quando chegou perto e disse “Com licença…”, e a mulher a mirou, viu que era sua irmã! “Teca!!! É você?!”, num misto de decepção com alegria.

O marido, ao saber da história, mandou uma homice: “Bem feito! Eu não disse que você só vive pagando mico por causa de artista”? “Ah! Me deixa, Marco Antônio”!

 

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MULHERES GAYS + MULHERES HÉTERO = MULHERICES

Há uma grande amiga de Valentina, desde os tempos de escola, que é gay. Sempre brincava com ela dizendo: “Valentina, se você não se casar até 1992, vai ter que namorar comigo”.

Valentina se casou a primeira vez em 1989 e ligou para a amiga, rindo, dizendo que agora as esperanças dela estariam por encerradas. A amiga Carla, sempre muito bem humorada, também riu e ficou feliz por ela.

“E o tempo passou a correr a correr e a correr; e o mato cresceu ao redor, ao redor, ao redor…”, como na cantiga de roda “A Linda Rosa Juvenil”. Elas então se perderam uma da outra, seguindo vida afora. Quase vinte e cinco anos depois, quando de repente reencontrou outra amiga de escola (Ana), Valentina se lembrou da amiga tão querida e não sossegou durante mais ou menos umas duas horas pendurada ao telefone enquanto não conseguisse um contato com Carla. E conseguiu.

As três amigas (Ana, Valentina e Carla) foram de táxi para um restaurante, tomaram quatro garrafas de prosecco, riram, trocaram confidências como antes, lembraram-se de histórias antigas, uma delícia. Ainda seguem se encontrando, as três, ou em duplas.

Um dia, Carla veio fazer um convite para Valentina, em nome da grande amizade delas: “Eu tenho um aniversário para ir, e vai estar lá uma pessoa com a qual eu morei e amei muito, mas que, mesmo hoje não tendo nada a ver mais comigo, eu não gostaria que me visse sozinha”. Valentina topou na mesma hora. E foram.

Na festa, Carla entrou na frente trazendo Valentina pela mão. E não é que a primeira pessoa com quem deram de cara foi com a tal? Carla apertou a mão de Valentina tão forte… E foi um tal de mulher vir falar conosco (a festa era gay, e de homem só havia dois caras, também gays), de agarrarem Carla na frente de Valentina dizendo que estavam com saudade dela, inclusive a ex.

Valentina era a mulher mais bonita da festa, seguida por Carla. Foram para a pista de dança e ar-ra-sa-ram dançando e rindo! Todos ficavam olhando, e a ex se posicionou de costas para elas, como se não se importasse. Em festa de gay, ficar de costas, é algo quase impossível, para vermos a que ponto a vontade de fingir indiferença chegou aquela mulher.

Apesar de só haver gays, Valentina percebeu uma mulherice muito recorrente em mulheres hétero: tentarem provocar ciúmes no parceiro(a) do(a) outro(a). Aquela coisa de agarrarem Carla falando para Valentina “Você não tem ciúme, né?” ou “A gente adora ela, você não liga tá?”, é um desses modos de ser das mulheres e, vejam só, gays ou não. Valentina achava que isso só acontecia quando acompanhada por homens, pois algumas vezes em que estava com um namorado/marido e alguma ex estava no recinto, isso sempre acontecia, inclusive a ponto de sentarem no colo dos caras; mas se surpreendeu com as gays agindo assim, inclusive a bolinando, dando um jeito de tocar-lhe na cintura, esbarrar nela… Já isso homem não faz, a não ser que seja muito ordinário: tocar numa mulher acompanhada não é coisa de homem, mas é de mulher. Mulheres gays cometem mulherices de mulheres hétero e vice-versa.

Mas, no fim da noite, voltaram para casa juntas, Valentina dirigindo, pois a amiga tomara cinco copos generosos de whisky para aguentar o rojão de tantas emoções que deve ter sido aquela festa para ela. Agradeceu à Valentina e riu pedindo desculpas quando precisava abraçá-la por trás, dançando (“Fui obrigada a tirar umas casquinhas suas! Elas não acreditariam, pois você não tem jeito de gay.”). Valentina disse: “Querida, eu sou sua amiga. Amiga é para isso”!

(Imagem: abcles.com.br )

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