Arquivo do mês: maio 2013

RAPIDINHA 30 – DISCUTE DEPOIS

Um amigo me contou que a mulher está discutindo muito com ele. Na sua sábia homice lhe disse:

“Vamos parar de discutir e fazer sexo, pois daqui a pouco, quando eu não conseguir mais trepar, a gente vai ter todo o tempo do mundo para discutir”!

(Imagem: mdemulher.abril.com.br)

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MULHERICES EM COLATINA

Hora do almoço, restaurante a quilo em Colatina, ES. Mesas lotadas, encontrei uma com dois lugares e os outros dois ocupados por moças bem vestidas, maquiadas e bonitas, lá com seus vinte e poucos anos. Conversavam sobre não dar mole para homem, bem como no texto que já escrevi sobre pagar para homem. Falavam que homem, se a gente deixar, se encosta mesmo, que uma amiga deixou o cara ir morar na casa e agora ele não quer sair e, pior, desempregado (mas já era assim antes).

Eu, com essa lupa de buscar mulherices, não aguentei e pedi licença para entrar na conversa e disse: “Homem desempregado, sem grana, para quem quer algo mais na vida, é melhor nem começar”! As duas, com aqueles olhos que só a juventude tem, me olharam e imediatamente concordaram comigo. E a nossa conversa não parou enquanto havia comida em nossos pratos.

Assuntos mais cheios de mulherice, impossível: “um homem que faz algo com uma mulher, como trair, por exemplo, vai trair depois, também”? “Mas como saber se o cara vai fazer algo com a gente depois”? A essa última, lembramos que há vários sinais, salvo que o cara seja um psicopata ou um canalha mais do que profissional. Os que agridem, por exemplo, se pode perceber como tratam as pessoas, outras mulheres, ou a nós mesmas; gritam, arrancam coisas de nossas mãos, nos chamam de idiotas… E isso é no começo! Então, é melhor parar, pois a tendência é piorar. Uma delas disse que tem uma amiga cujo marido não permite que ela faça nada, hoje nem amigos mais tem. Que no início do namoro ele era um pouco assim, mas hoje está insuportável. Era disso que falávamos. Há sinais, mas o que é  que queremos, de fato, enxergar?

Pois é, as moças sabiam bem o que queriam dos homens, e na lista estavam incluídos não matar, não nos roubar, não nos trair, não nos agredir, não nos cercear. Amei esse momento com elas, com moças de uma cidade do interior do Espírito Santo, empregadas, arrumadas, bonitas, cheias de vigor. E o melhor, tão certas do que deve ser uma relação saudável com um homem.

(Imagem: www.sabrinamix.com)

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PULOU A JANELA E FOI SE VINGAR

Ela já tinha 47 anos quando fez uma coisa de adolescente: fugiu pela janela à noite para encontrar um ex-amor.

Num misto de vingança com curiosidade, decidiu ligar para um ex-namorado, daqueles que a gente nunca esquece. O marido a traía muito, vivia meio cansada disso. E armou um plano perfeito.

 Saiu de tardinha e voltou após o marido já estar em casa, de modo que a visse estacionar na porta (antes, pedira à filha de 20 anos para estacionar o carro da mesma na rua de trás; a filha era de seu primeiro casamento).
Entrou toda alegrinha, jantaram, tomou banho e depois disse ao marido que iria dormir com a filha a seu pedido, pois queria que assistissem o filme “As Pontes de Madson”, juntas. O cara, nem aí. Deve ter gostado, pois ficava horas vendo futebol na cama.
Ela então se pintou, se perfumou e pulou a janela do quarto da filha, o carro devidamente preparado para a fuga. Passou a noite toda fora. Quando chegou, o dia quase amanhecia, a rua vazia, fazia frio. Entrou pela janela, colocou o pijama que nem o Super Homem faria após salvar a vida de alguém pela noite; e foi fazer o café da manhã para todos.
Ria por dentro, mas ao mesmo tempo sem saber se agira direito, especialmente com a filha, obrigada à cumplicidade. Mas aquilo não se tratava de moralidade, mas de mulherice!

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ÍRIS, ESSE ERA O NOME DELA

“Iris, esse era o nome dela. Iris. De sandálias tipo chinelinhos dourados, rasteirinhos, com as unhas pintadas de um vermelho escarlate”… Assim começa mais um texto da infância de Valentina, naquele ônibus escolar.

Iris era jovem,tipo 20 e poucos anos. Baixinha, cabelos lisos, voz um pouco anasalada, mas grossa. Tova vez que falava, os dedos seguiam seus pensamentos, se contorcendo. Assim parecia. Tem gente que é assim, fala e, antes da resposta, balança a perna, pisca e olha para o lado, coça. Iris deslizava os dedos no chinelinho de fundo dourado, fazendo aparecer aquela sola gasta. Mas tinha ali uma felicidade meio pueril… Ainda assim, era um tipo de mulherice, já que todos esses trejeitos ocorriam quando puxava assunto com o motorista, Seu Arapuã: “Pois é, né, Arapuã? Aquele lance…”, dizia quando o papo cessava, já que ele, às vezes, não prestava muita atenção.

Quando se diz que mulherice começa na infância é isso. Aquela sandalinha um tanto chinfrim com aquelas unhas que ultrapassavam a linha dos dedos, gerava um fascínio em Valentina, aquele pé balançando, as unhas…
Desde pequena já percebia algo estranho no ar, o que seria uma mulherice. Contou essa história para sua mãe; juntas, sempre que a situação pedia, uma delas dizia; “Pois é, Arapuã, é aquele lance”!

Valentina não se tornou uma mulher interessante à toa. Teve escola com sua mãe, uma outra danada, de tanta mulherice!

(Essa história é verídica; foi lembrada por uma amiga, Ruth Marina,com quem compartilho a autoria, especialmente das primeiras frases)

(Imagem:futilidadesdiadia.blogspot.com)

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MULHERICE COMEÇA NA INFÂNCIA

Essa história é sobre ovos e escola. A inspiração veio diretamente dos EUA (verdade!).

Quando Valentina tinha apenas 9 anos, começou a sofrer uma espécie de bullying por parte de uma colega de sala. Ocorre que Valentina era muito mais bonita do que a outra e também muito querida pelos meninos da sala e também da escola. Mas até aí, tudo bem. Só que a colega começou a apertar o desconforto de Valentina, Continuar lendo

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SEDUZIR PARA MATAR

Existem mulheres, e essas beiram à psicose, que primeiro se dedicam a seduzir e depois a destruir. E nesse seduzir/destruir cabe tudo: amigos, amigas, maridos de amigas, maridos de desconhecidas… O que vier ela quer. Começam fazendo o tipo “mulherzinhas”, legais, calminhas, frágeis e fortinhas ao mesmo tempo, como se não ligassem para si mesmas (quando são bonitas fingem que não são, homens feios e pessoas de baixa estima são suas presas favoritas; esses então, ficam de quatro).  Continuar lendo

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