RAPIDINHA 10

Homem em campanha é maravilhoso. Então aproveite bem esse momento e entenda que é normal aquele entusiasmo passar. Ninguém aguenta ficar em campanha para sempre. Campanha é para ganhar; se ele te ganhou, você também ganhou (se o cara não for um cretino).

(Imagem mar.mil.br)

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10 Comentários

Arquivado em Comportamento, Homem, Príncipes, Uncategorized

10 Respostas para “RAPIDINHA 10

  1. Cristina Medeiros

    hahahaha se o cara não for um cretino e a gente estiver gostando da campanha né ?

  2. Guiva Guive Me

    Realmente em fase de campanha, tudo é lindo e maravilhoso, acho até que um arroto vira um gesto de amor e o bafo de manhã? Ninguém tem…(que nojo!!!). Nossoa cabelos desgrenhados ao acordar são o máximo. É tanta gentileza que nem sei. Até em museu eles nos levam com a maior alegria (hehe)

  3. Adelaide

    Mas há homens que se mantêm em campanha uma vida inteira, opondo-se a idéia de que campanha seja algo volátil como o éter, um momento a ser bem aproveitado, ao máximo. Tudo depende do objeto da campanha, ou seja a Mulher. Não estou querendo dizer que a Mulher seja um objeto, mas um Ser a ser conquistada em campanha permanente, que dure a existência inteira do Ser Mulher.

    • POIS É, POR ISSO DISSE QUE PODEMOS MANTER A CAMPANHA, TAMBÉM. ENTRETANTO, NA MINHA OPINIÃO, NADA SE COMPARA À CAMPANHA INICIAL. E MINHA QUESTÃO É: PORQUE FICARMOS CONTANDO QUE O RITMO DE CAMPANHA NÃO CAIA? POR QUE CRIAR ESSA EXPECTATIVA? EM OUTROS TEXTOS QUE POSTEI FALO DA FELICIDADE QUE NÃO É PARA SEMPRE E, CAMPANHA MASCULINA, QUANDO ESTAMOS A FIM, É FELICIDADE. PERCEBO AS MULHERES SEMPRE SE QUEIXANDO: “POR QUE ELE NÃO É MAIS O MESMO?”; “POR QUE ELE NÃO TRAZ MAIS CEREJAS, FLORES?” SÓ PRÁ MIM!”; ENFIM, ANA MINHA OPINIÃO, É MÃO DUPLA, NÓS, MULHERES, E ELES, TENTANDO AMPLIAR OS MISTÉRIOS, SOPRAR AS BRASINHAS… MAS TAMPOUCO ACHO QUE DEPENDE DA MULHER, E ENTENDO PERFEITAMENTE O QUE VC QUIS DIZER, MAS TAMBÉM DO HOMEM. ÀS VEZES A CAMPANHA ACABA PORQUE ACABA, E NÃO TEM NADA A VER CONOSCO. EU MESMA, ALGUMAS VEZES, DESCURTI(EXISTE ESSA PALAVRA?) UM HOMEM POR ALGUMA COISA, MESMO QUE ELE TENTASSE MANTER A CAMPANHA. APESAR DE ACREDITAR QUE HÁ HOMENS QUE TENTAM SE MANTER EM CAMPANHA CONSTANTE, EU AINDA ACHO QUE NADA SE COMPARA À CAMPANHA INICIAL. OBRIGADA PELO COMENTÁRIO, ADELAIDE, ESTOU AQUI PENSANDO UM MONTÃO…

      • Adelaide

        Não sei se você acompanhou o programa apresentado por Pedro Bial, intitulado ‘Na Moral’. Cada semana um tema era posto em discussão entre diversos convidados: pessoas simples, do chamado povão e gente do showbusiness.
        Na semana em que o programa tratou da fidelidade, havia um casal de negros cujo casamento se mantinha por 30 anos, salvo engano da minha memória. Se você não assistiu, Mrs. Guegue, precisava ter assistido ou sugiro que assista.
        O depoimento desse casal teria feito você acreditar na possibilidade de que a ‘campanha inicial’ é um fato não só desejável por nós mulheres, mas (o que é melhor) perfeitamente plausível. O casal a que me refiro era formado por pessoas de vida simples, mas que demonstraram, ao vivo, em transmissão nacional, viver a plena felicidade, considerando-se a felicidade um conceito individual.
        Eles simplesmente foram CONVINCENTES de que a ‘campanha inicial’ não é uma miragem ou uma ilusão, mas uma concretude possível de ser alcançada. Eu mesma já vivi um relacionamento de 17 anos em que o ofício de abastecer o motor de propulsão da ‘campanha inicial’ era exercido pelo casal, por mim e por ele, em doses igualitárias. O motor, Mrs. Guegue, funcionou perfeitamente, ininterruptamente, enquanto ele viveu…
        Portanto, eu acredito firmemente na existência da arte de se manter acesso o fogo da felicidade!!!
        Embora a maioria das mulheres não acreditem, acredite nisso você também, Mrs. Guegue. Dê-lhe de presente neste Natal a esperança de conquistar uma ‘campanha inicial’ em “QUE O RITMO DE CAMPANHA NÃO CAIA”, exatamente como um objeto solto numa atmosfera ausente de gravidade.
        Fico daqui torcendo para que você encontre o seu par-eterno (enquanto viverem), de quem você jamais ‘descurtirá’… É isso.

      • Puxa, Adelaide, que pena não termos a possibilidade de conversar pessoalmente, pois estamos falando de coisas diferentes, o que deve estar dando essa sensação de que estamos discordando, e não estamos. Eu não assiti ao program, não. Outra coisa, adorei o “Mrs. Guégue”!Acho até que irei adotá-lo como assinatura… Mas vamos lá, que eu to amando isso tudo aqui. Olha, quando falo da campanha, penso ser uma fase maravilhosa que devamos aproveitar, inclusive porque ela pode acabar. E ao invés de ficarmos sofrendo, talvez pensar que foi muito legal, seja bom. Você trouxe a questão da campanha seguir, e eu também acho que ela pode seguir, depende de quem está em meio a ela, não é mesmo? Eu não acho a campanha uma ilusão, pelo contrário, acho uma coisa ma-ra-vi-lho-sa que sempre acontece quando alguém está interessado em nos conquistar. Apenas acho que nós, mulheres, temos a coisa do “felizes para sempre” na nossa cabeça, e que perdemos o bom da campanha em nome de um possível depois, que talvez não se concretize. É disso apenas que falo. Fui apaixonada mais de 10 anos anos pelo pai de minha filha, e meu marido sempre atuou em paixão, não sou uma descrente do fogo que não se apaga, ao contrário, sempre me apaixono, namoro, não tenho queixas dos homens, não, inclusive, todos os homens com quem namorei seguem meus amigos. Mas apenas gosto de brincar com essa coisa de homem em campanha, e aconselho aproveitarmos. Que pena que lhe dei a impressão de ser uma descrente no amor por longo tempo. Isso não é verdade. Mas vamos em frente, adorei essa discussão toda, adoro um debate, mas como diz Walter Benjamin, meu filósofo favorito, devemos discutir, e muito, mas sem a necessidade de um tentar convencer o outro pois “convencer é infrutífero”. Mais uma vez muito obrigada, você foi a 1ª pessoa que trouxe um ponto para discussão no blog. Muito bom. Ele não foi criado só para lerem e gostarem, mas a gente poder pensar na vida que vivemos, como mulheres.

  4. Adelaide

    “Toda unanimidade é burra” (Nelson Rodrigues). Também já houve quem dissesse que a “unanimidade é o esforço para inibir a criatividade, reprimir a reflexão, enterrar a capacidade crítica”.

    Mrs. Guegue, vou lhe dar meu ‘papo-reto’. Não penso que estejamos “falando de coisas diferentes”, mas apresentando visões ou interpretações distintas para o mesmo conceito proposto por você, querida bloguista: o conceito da ‘campanha inicial’ executada pelo Homem na conquista da Mulher. Também não tenho a pretensão de criar “essa sensação de que estamos discordando”, mas simplesmente trazendo a lume uma antítese para a sua tese, a fim de encontrarmos a síntese, que seria a verdade, pelo diálogo e pela discussão. Como na dialética de Hegel (“em Hegel, a dialética se movimenta da seguinte forma: primeiro existe a TESE, que é a idéia, gerando uma ANTÍTESE, que se contrapõe à TESE, surgindo assim a SÍNTESE, que é a superação das anteriores” (fonte: http://www.infoescola.com/filosofia/dialetica/).
    Se você concorda com a frase do nosso genial Nelson Rodrigues, não se deve importar com as antíteses (“diferença de leitura”) que o seu texto possa suscitar, uma vez que ele é, no mínimo, responsivo. É até bom que isso aconteça, pois que torna a vida mais interessante, pela manifestação da diversidade oriunda do intelecto. A vida é DIVERSIDADE : das espécies (vegetais, animais), étnica, biológica, cultural.
    Quando você diz assim: “fui apaixonada mais de 10 anos anos pelo pai de minha filha, e meu marido sempre atuou em paixão”, outra não pode ser a minha interpretação, senão a de que por uma década você foi abençoada pela companhia de um grande Homem, o qual manteve-se em campanha por um decênio!!! Ao contrário da expressão utilizada por Cristina Medeiros, seu marido não foi um “cara cretino” e você certamente gostou da campanha mantida por 10 anos, uma vez que ele “atuou em paixão”, segundo suas próprias palavras. Eu até arriscaria a dizer que você (tendo por base a sua vida matrimonial) concordou plenamente com Mrs. Guive Me quando ela disse que “até que um arroto e o bafo de manhã vira um gesto de amor” e que os “cabelos desgrenhados ao acordar são o máximo. É tanta gentileza que nem sei. Até em museu eles nos levam com a maior alegria”. Eu ainda diria mais, que você viveu feliz e com a maior boa vontade experimentou toda essa rica adversidade (sugerida por Mrs. Guive Me) com seu marido no período matrimonial.
    Pois é nisso que acredito e busco freneticamente : a inexorabilidade da campanha de um Homem por uma Mulher.
    Mas, acredite, não estou tentando convencê-la a mudar o seu pensamento em relação à possibilidade do homem perenizar-se em campanha por uma Mulher, visto que “convencer é infrutífero”, como já bem o disse o seu filósofo primordial. No entanto, gostaria que não se sentisse penalizada por achar que me deu “a impressão de ser uma descrente no amor por longo tempo”. Pois, assim como eu sempre acredito, tenho quase a certeza absoluta de que você também ainda acredita no AMOR. Até mesmo no Amor Platônico. Nós, mulheres, NUNCA deixaremos de acreditar e sonhar com ele, o Amor.
    Coisas de Mulher. Isto é, uma bela Mulherice…

    Ao invés de Mrs. Guégue, que tal adotar, como assinatura, Give Me Love, daquela belíssima canção… Mrs. Guive Me já existe e interage contigo…

    • Puxa, Adelaide! Nossa, até Hegel veio! Fico com sua frase quase final “Nós, mulheres, NUNCA deixaremos de acreditar e sonhar com ele, o Amor”. É mesmo uma super mulherice. Pois é. Só acho que colocar toda nossa vida nisso é que nos deixa com mais chance de sofrer. Taí o tom do meu blog! Desconfiar de que não existe só essa forma de ser feliz. Apenas isso. Foi preciso todo esse debate para eu encontrar essa forma de resumir o que quero discutir aqui. Obrigada por essa oportunidade.

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